quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
BTTHAL 2008
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
A Busca do "Tostão 2011"!
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6 pedalantes de bolsos vazios em busca de um tostão: JValente (eu!), Álvaro, Fidalgo, Agnelo Quelhas, Luís Pedro e Ricardo Cabarrão. Poderíamos ser mais… mas anda por aí alguma malta com medo ao frio! Eheheh… lembrem-se que pedalar faz aquecer… e não é pouco!
Abraço a Todos
João Valente
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
A Monumental Revolta dos Deuses
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É verdade que as previsões meteorológicas não abonavam muito em nosso favor… mas a manhã nascera seca, com algumas nuvens aqui e acolá… sem frio muito exigente! A saída para mais uma manhã entre amigos reunia condições mais que suficientes… ainda para mais... hoje tínhamos programado uma re-descoberta do Vale do Pônsul, local em que adoro pedalar, pelo constante sobe e desce que esta zona nos proporciona! A expectativa para este percurso era bem alta!!!
Agora… apenas um aparte! E a chuva continuou pela tarde??? Nada disso… tarde soalheira… sem um pingo de chuva (F***-**)! É o que vos digo meus amigos… assistimos a uma autêntica e “Monumental Revolta dos Deuses”!! Quase que aposto que isto foi obra do São Pedro… naquele preciso momento em que se apercebe da Bicha Vermelha do Agnelo! Terá sido uma descarga da sua ira?!!!... Quem sabe!!!!...
Parece que é este Domingo é que vamos em busca do Tostão!!
Lá estaremos no sítio habitual… pelas 8:00.
Abraço a todos
João Valente
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Aí vão seis (6)!
O ano passado por esta altura, andava tudo farto de chuva, as bikes cheiravam a mofo e nada de pedaladas para ninguém. Este ano é uma farturinha! Frio matinal, sol às vezes envergonhado é certo, mas excelentemente apropriado para o “vício”!
Ora com tamanha abundância, os “Docas Sundays” (não, não é da McDonald!) têm sido concorridos de malta ávida de novas aventuras, tendo sempre por pano de fundo os trilhos cá do cantinho beirão. Mesmo com algumas ausências da malta mais habitual – Fidalgo, Nelo, Luis L., Marco, Dário, João A., etc, etc, o número de “malucos” das máquinas a pedal mantêm-se, sem dúvida impulsionados pelos raios do sol invernal, não sendo este domingo excepção á regra que se vem implementando.
Nas Docas apareceram 10 entusiastas para pedalar - Álvaro, Bruno, Filipe, Hugo Caldeira, João Valente, Joaquim Cabarrão, L. Pedro, Pedro Antunes, Ricardo e eu, FMike, que me coube pagar os cafés. Porquê? Bem, protagonizei a “primeira corrida” da manhã, pois com a pressa de querer chegar cedo às Docas e não ser o gajo que paga a cafezada, sai da garagem a toda a velocidade com a bike, deixando lá dentro trancadas as minhas chaves, o camel-bag e a minha inseparável sandocha XXL! Que besteirada! Podia ir sem água e sem ferramentas, mas sem a minha sandocha??? Nem pensar! Toca a pegar na ginga, voltar a casa no meio da cidade a buscar as chaves suplentes, acordar a casa inteira para me abrirem a porta e claro… ficar atrasado!
A malta foi andando até á minha garagem e de lá saímos para os trilhos. A ideia era chegarmos a uma hora agradável, pois tinha compromissos gastronómicos e não queria chegar tarde ao evento. Propusemos então uma voltinha mais light, que nos levaria a visitar um local desconhecido para muitos e que me foi ensinado pelo amigo AC aqui à umas semanas atrás, numa quarta-feira nevoeirenta que toldava as vistas e que não permitiu apreciar como deve de ser a paisagem. Com tamanho dia de sol seria então engraçado pedalar pela aquela zona, o bonito e escondidinho Vale de Prande.
Como a saída se fez às 8 h havia ainda oportunidade de fazer mais alguns trilhos mais esquecidos, pelo que saímos pela Fonte Santa, passando ao lado do S. Luis, sempre em direcção á EN 240 , que atravessamos, passando nas traseiras do Lena, cruzando depois a 233 e entrando em Alcains pelas piscinas – trilhos menos habituais, que soube bem rever.
O próximo passo seria aventurar-nos na travessia das passadouras, hoje sim perfeitamente ultrapassáveis, bem diferentes do dia em que lá fomos com o AC. Nem parecia o mesmo ribeiro. Dali á Póvoa foi um instantinho, e como a malta já ia de bico aberto, repetimos a visita ao restaurante do Sr. Alfredo, que nos serviu uma boa cafezada, complementada uns com as barritas e eu, é claro, com a minha sandocha XXL que “fez alguma inveja” aos presentes. Estou a ver que brevemente tenho de levar mais um pãozinho dos tais e um bocado do “porco do meu sogro ensacado”… Quem sabe se o Joaquim também vai e saca de lá um “picante” eheheheh!...
O Pedro teve de nos abandonar aqui por motivos de trabalho – raios parta nos telemóveis, tanta dor de cabeça dão! Já o sr. Alfredo com pena de mim a querer pagar tantos cafés, fez-nos um obséquio e ofereceu a dose cafeínica á malta. Só temos a agradecer – OBG SR. ALFREDO! Malta façam favor de vez em quando, irem até lá e almoçarem…vale a pena, palavra de quem sabe!
Com mais uma travessia de passadouras, desconhecidas para quase todos, lá nos aproximamos de Tinalhas, passando pouco depois o Santuário da R. Sta. Isabel, entrando numa apreciada descida em direcção ao vale, dominado pelos “pum-puns” dos caçarretas que por ali andavam. Não sei se tinham caça no cinto mas nós fomos brindados com a vista de um patinho bravo, um coelhito e uma lebre que dava para o tal quilo de arroz que a malta tanto fala!
Já no vale, foi paragem obrigatória para a “fo*a de grupo”, a ponte de madeira, que passou no “teste de resistência física”, com 9 camones lá sentados em cima ao mesmo tempo. O arquitecto pode estar orgulhoso! Vergou, mas não partiu! Bem agora era hora de regressar, e o regresso dali é sempre a subir, seja lá por que trilho seja, mais a norte, ao meio ou mais ao sul. Cada um, ao seu ritmo lá foi vencendo as agruras do terreno, entrando depois a malta nos frondosos trilhos que despontam na bonita paisagem passível de ver do alto da Nave Redonda, com o Freixial, Juncal, Caféde, Alcains e mesmo Castelo branco, a brilharem ao longe. Muito bonito!
Estávamos de regresso a casa que se fez pelo meio dia e picos, com 65 km andados a um ritmo descontraído e divertido, em que não foi alheia a boa disposição de todos. A repetir sem dúvida.
FMike :-)