segunda-feira, 17 de junho de 2013

Regresso às origens

Boas a todos! :-)
 
Docas e domingos de BTT são sinónimos, que há algum tempo não faziam parte do meu vocabulário, causando algumas saudades. Mas de quando em quando, convém fazer uma pausa naquilo que nos ocupa e gozar algum tempo de qualidade de vida!
 
 
Peguei na Trek e ala que se faz tarde... regressar às docas, às voltinhas de domingo com a rapaziada, revisitar locais que já não via há algum tempo.
 
 
O "homem da batuta" foi hoje do o AC, também ele regressado de alguns imprevistos orgânicos, mas pelos vistos bem resolvidos e disposto a ver o "fundo ao tacho", pois propôs uma soberba volta pelos lados das Sarzedas.
 
 
Os 8 presentes eu (FMike), Abílio Fidalgo, AC, Filipe, João Afonso, João Valente, Nuno Dias e o Silvério, dissemos logo "prontos!" para uma voltinha que revisitou alguns dos locais mais bonitos e pouco visitados daquela zona onde domina o xisto.
 
 
Um dos locais que revi cheio de vida, foi logo à saída da cidade, a Barragem da Talagueira, outrora um antro de poluição, hoje cheia de pescadores de margem e uma paisagem consentânea com um oásis à "beira cidade plantado".
 
 
Outro bonito local é a zona da ponte de Ferro, antes da "arquejante" subida para o Palvarinho. Aqui com pena nossa, fruto dos incêndios na zona, a desflorestação domina, permitindo contudo uma vista paisagística bem enorme.
 
 
No Palvarinho à pala do café, lá desafiamos o dono a ver se repetíamos por aquelas bandas o saudoso leitão, que uma vez ali "deitamos abaixo" na companhia do Roberto Nabais. A ver se repetimos a "façanha", aqui ou noutro lugar qualquer, porque estes bichinhos fizeram-se... para serem comidos! eheheheh
 
 
 
Logo a seguir revisitamos a Praia do Muro, onde aquele recanto cheio de água e verde contrastava com o calor que sentíamos nos trilhos, levando ao inevitável banho, com direito a foto de grupo e tudo. Fantástico!
 
 
Foto: AC
 
Sair do Muro implica subida, sempre desgastante, implicando nova paragem "refrescante", agora nas Sarzedas, um par de colas fresquinhas fez as delicias dos mais acalorados.
 
 
 
Atingido o ponto mais distante, efetivamos agora o regresso via Benquerenças, implicando a passagem pelas aldeias da Lomba-Chã e Teixugueiras, revisitando logo de seguida a foz da Liria, onde por sorte, reivindicamos mais uma geocache para as nossas contas, pois "deu-nos o cheiro" e encontramo-la mesmo sem coordenadas nem GPS.
 
 
 
O regresso implicava subidas, muitas subidas e muito calor , já só mitigados pela entrada na cidade novamente pela Talagueira e zona da Piscina Praia, que apenas fez despertar em nós o sentimento de que dávamos ali um merecido mergulho! Oh se dávamos!
 

 
Um domingo que soube bem, para quebrar a monotonia das exigências que nos apertam. Ótimo!
 
FMike :-)

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Suplementação Proteica ?!

Olá, olá 

6 de Junho… Por vezes, em final de tarde, sabe bem uma escapadinha às obrigações pessoais e ir pintar a manta por esses trilhos fora! Hoje foi mesmo um dia destes!


Desafiei o comparsa FMike para uma voltinha circular até à zona de Vila Velha de Rodão, onde, uma vez mais conjugamos as duas belas modalidades lúdicas - Geocaching e BTT ! Atividade que conjugam às mil maravilhas e dão-nos a conhecer locais, que de outro modo nem desconfiariamos que existem!


Com saída pelas 16.30 seguimos via IP2 até à rotunda de Alvaiade, para depois mergulharmos na alucinante descida rumo a Vila Velha de Rodão. Junto à Fábrica Ams-Goma Camps SA (acho que é este o nome!!!!), encetamos pela pequena estradinha que nos leva até bem perto da Barragem do Açafal e das Minas de Cobre que ali jazem.


Claro está que aqui paramos para a busca do primeiro caixotinho que nos dá a conhecer in loco e em pormenor estas antigas Minas de Cobre. Mais informação sobre estas minas pode ser lida AQUI.


Bem perto das minas, e após termos contemplado toda aquela envolvência que a altura do ponto nos permite… seguimos até à já conhecida Ponte de Cobre, passagem de algumas voltinhas de BTT com a malta amiga, onde nos esperava a descoberta de mais uma geocache.


Apesar de ser uma voltinha em final de tarde, o calor apertava e como tal a passagem pelo Coxerro ditou uma paragem no café local para duas colas geladinhas e duas sandochas à BTTHAL… ahhhhhh que bem souberam! Daqui até à cidade, não há que enganar… é meter o ritmo certo e subir até à Represa, para depois em velocidade de cruzeiro, entrar na cidade com a sensação de uma boa volta conjugada com 2 Geocaches que enriqueceram o nosso conhecimento sobre esta zona. Venham mais como esta!


Ah é verdade!!!… Para os adeptos da suplementação proteica… esta voltinha está bem guarnecida com uns pontos de abastecimento de primeira categoria!! Lol!


Até breve… 
João Valente

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Rota do Nuno Dias

Boas a todos!
 
Já com algum tempo de antecipação e planeamento, o amigo Nuno Dias levou-nos neste domingo a passear até à sua aldeia - Alqueidão, para conhecermos os bonitos recantos daquela região, à "beira Zêzere plantada".

 
 
 
Desde há muito o amigo AC e o Nuno tinham feito o reconhecimento desta particular rota circular e de vez em quando postavam algumas fotos nas redes sociais fazendo a malta ansiar pelo dia em que iriamos espreitar este recanto.

 
 
 
 
Por fim conseguiu-se uma data porreira e uma boa braçada de amigos para lá irmos calcorrear este Portugal profundo, que urge preservar e dar a conhecer, pois perante tais paisagens, o ímpeto é mesmo de desfrutar!

 
 
  
Juntamos 15 companheiros ávidos de bons momentos em cima das "raparigas de duas rodas": O mentor do projeto - Nuno Dias, eu (FMike), Abilio Fidalgo, Álvaro, Filipe, José Luis, João Afonso, Luis Lourenço, Luis, Nuno Maia, Nuno Maia (Alcains), Nuno Guerreiro, Pedro Antunes, Rui Lourenço e o Silvério Correia.



 
Depois de uma viagem calma mas cheia de curvas até ao Alqueidão, começamos a volta pelas 9 h, depois de um café matinal ali mesmo na Associação, com a ajuda do pai do Nuno, num ambiente que previa um dia cheio de bons e divertidos momentos.


 
A saída da aldeia envolveu logo uma série de singles, que fizeram logo ali as delicias dos presentes. Seguiram-se mais um belo par de trilhos conhecidos pela Rota do Mineiro, quase sempre bem acompanhados pelo bonito Zêzere até que entramos na bonita aldeia do Janeiro de Cima.




Depois de algumas pedaladas dentro desta aldeia seguiram-se mais alguns bonitos trilhos, a passagem pelo Janeiro de Baixo e Urgueiros, até que cruzamos a nacional 238, aproximando-nos das Bogas.



Bogas de Baixo e Bogas do Meio implicaram alguns singles e outras tantas rampas de subida, como que a preparar-nos para a "trepadela" à serra do Açor que nos esperava com as Bogas de Cima no seu sopé.




Antes de dar-mos inicio às "hostilidades do dia" como o Nuno Dias dizia, beberricamos um par de jolas frescas no café desta simpática aldeia, bem acompanhadas por barritas e bolicaos. Eu cingi-me à minha tradicional sandocha XL!




Seguiu-se então a subida mais difícil do dia, que nos levaria ao cimo da serra, junto ás eólicas que a povoam, a quase 900 m de altitude, por trilhos perfeitamente cicláveis, num estradão que dava gosto trepar, apesar do calor que já se fazia sentir.



Lá em cima o vento fresco acalmou-nos a temperatura dos "radiadores", permitindo "absorver" toda aquela imensa paisagem que aquele "caroço" permite ver do alto do seu cume. Muito bonito!



Ora se muito se sobe, muito se desce e seguiram-se uns quantos kms adrenalinicos sempre a descer em alta velocidade até ao Cabeço do pião, onde a paisagem simplesmente mudou.




Aqui a natureza dá lugar e envolve-se com alguma paisagem industrial, proveniente da industria mineira que por ali domina a paisagem. Bonito mas ao mesmo tempo inóspito e contrastante!




Entramos na reta final do passeio, ao calcorrearmos a Rota das Escombreiras que alterna uma paisagem quase que "lunar" com alguns singles perdidos na vegetação, sempre com o Zêzere junto a nós. Espetacular trecho para realizar a pé ou de bicicleta.



Apesar de um ligeiro "desaguisado" com um habitante da aldeia da Barroca que não gosta que o pedestre tenha o trajeto nas suas "posses" (alguém podia comer algum bocado de terra...) lá arranjamos alternativa e seguimos até á bonita aldeia de Dornelas do Zêzere, seguindo-se a travessia do açude que nos levou de volta ao Alqueidão.



Eram quase 14 h e o apetite começava a "grassar" entre todos, pelo que rapidamente, 15 "manfios" tomaram um bem apetecido banho de mangueira e rumamos novamente à Barroca para o almocinho combinado pelo Nuno.



Aproveitamos a oportunidade para realizarmos um par de brindes aos companheiros ausentes pelas mais diversas vicissitudes da vida, mas cuja companhia muito apreciada, assim foi celebrada.


Um agradecimento ao Nuno pelo excelente dia que nos proporcionou. Venham mais destes!

FMike :-)