quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Confraria das Pasteleiras 2012

Boas a todos! :-)

Agora sim, o rescaldo de mais um excelente evento a uma só velocidade, mas com 187 entusiastas!


É verdade! Pelo 6.º ano consecutivo e desde a primeirissima edição, a equipa BTTHAL, fez-se representar no melhor evento consagrado ás bicicletas antigas, umas verdadeiras máquinas do tempo, das quais somos fieis entusiastas desde há muito, ou não fossemos verdadeiros apreciadores do pedal em todas as suas versões!


E mais uma vez as gentes da Lardosa, os seus representantes e o meu bom amigo Pinto Infante, estão de parabéns, por continuarem a perpetuar toda esta grande festa em torno do Feijão Frade e das Bicicletas Pasteleiras, mantendo um evento que já marca o calendário da região por estas alturas, com muita gente a participar em todas as suas vertentes.



Assim juntei-me eu (FMike), JValente, o meu pirralho Duda, o nosso amigo Nelson, companheiro académico, o CLI, o Carlitos e a Xana, ás outras 180 pessoas, que no passado sábado pela manhã, perfilaram, no recinto da Lardosa, com as suas vestes á época, boinas e chapéus tipicos e claro, as verdadeiras rainhas do evento, as pasteleiras, que mais uma vez primaram em número e originalidade de algumas presenças.


Com muitas fotos aqui e ali, a rapaziada lá se foi organizando, colocando a placa identificativa fornecida pela organização, uma bonita placa que replicava as matriculas de outrora, personalizadas com o nome ou a alcunha de cada um... uma bonita lembrança!



Depois de dadas algumas informações, iniciamos o percurso bem ruidosamente, com campainhas e buzinas por todo o lado, bem acompanhadas pelas risadas que conseguiamos arrancar aos mais sisudos, tal era o colorido da "caravana pasteleira", que precocemente parou junto ao forno comunitário da Lardosa, para desgustarmos umas belas broas caseiras e um "café da pichorra", que estavam simplesmente fabulosos!



O percurso continuou estrada fora até ao Vale da Torre, sempre á velocidade pasteleira, até porque por ali até há umas subidas "exigentes", com uma altimetria "considerável", que mais não foi, serviu para abrir o apetite, para o petisco no forno comunitario, onde as broas e o cafe foram substituidos pelo branquinho fresquinho e os pastelinhos de bacalhau que estavam de estalo!




Mas aquela gente não faz as coisas "pequenas"! Do forno ao largo das festas não distam mais de 100 m, mas logo ali fizemos nova paragem, bem recebidos pelos Bombos da Lardosa, que animaram a malta para "atacarmos" o chouriço, entremeada, morcela e outras tantas iguarias, que se ainda houvesse alguém com fome, aqui acabava com ela, tal era a fartura!



Daqui para a frente as coisas mudavam um bocadito, pois pela primeira vez as minhas pasteleiras iam pisar terra batida! Num trilho que liga o Vale à zona da Soalheira, inicialmente em pendente ascendente foi engraçado ver a malta a enfrentar a terra com as usas beldades, a maioria de pneu fino, o que tornava as coisas mais hilariantes, com alguns "escanchamentos" pelo caminho, a par de algumas "tromboses de equilibrio" sem consequências!



Na Soalheira esperava-nos novo abastecimento onde o queijo da zona foi rei e senhor! Mas para lá chegar, tivemos que fazer a "contagem de montanha de 1.ª categoria"! Um passeio pedestre para alguns, um equilibrismo para outros, e claro, uma vitória pessoal a bordo de uma pasteleira para outros tantos!




O regresso á Lardosa fez-se pela estradinha que liga ás margens da Marateca, um passeio sempre bonito de se fazer. Reunida a malta toda á entrada da Lardosa, entramos todos juntos em grande algazarra, animando a Feira que já por si estava bem engalanada e animada.


A festa continuou á mesa, com o prato tipico desta Confraria, a boa da sardinha, acompanhada do feijao frade, sempre animada pelo tinto, algumas cantorias á desgarrada, a entrega dos premios para os melhores caracterizados e claro, a excelente actuação dos Bombos do Barco, com um grupo de animadoras, que pôs os "olhos em bico" a alguns dos convivas! Excelente momento!



Cabe-me terminar com os sinceros parabéns a toda a organização por mais um excelente convivio da Confraria da Pasteleira e claro contem connosco para o ano, até porque pelo aquilo que o Pinto tem em mente, será para nós uma visita á nossa cidade! Cá os esperamos!

FMike :-)


sábado, 6 de outubro de 2012

Confraria das Pasteleiras - Feira Feijão Frade 2012

Boas!

Como o tempo é pouco para estudar, deixo por aqui as minhas fotos para se irem deliciando com elas. A reportagem segue na terça-feira!...

Album Picasa - clica na imagem:


 
 
Video da actuação Bombos do Barco - Feira Feijão Frade 2012:
 
 

 
Abraço até já!
FMike

domingo, 30 de setembro de 2012

A aquecer os "motores"!...

Boas a todos
 
Diz o povo que em "tempo de guerra nao se limpam armas"... eu reinvento o ditado - "em tempo de aulas não se pedala de bike"! Pois é com os afazeres académicos ao rubro, as bikes vão ficando esquecidas no fundo da garagem e a vontade de dar umas pedaladas fica igualmente em "banho maria" á espera de melhores tempos...
 
 
Mas a pouco menos de uma semana do Passeio das Pasteleiras na Lardosa, havia a necessidade de "limpar as armas" e verificar se estavam prontas para a "guerra do feijão", ou seja, lá arranjei um tempinho para ir puxar o lustro ás pasteleiras cá de casa e fazer um "test-bike" a ver se estava tudo operacional.
 

E estavam, ou não fossem elas feitas de material de "outros tempos"! Apenas um pedal "manhoso" estava a cair do cranck, mas uma apertadela e ficou fino, pronto para o teste. Juntei-me ao meu companheiro de andanças, o Duda e cada um na sua pasteleira, fizemos um verdadeiro "aquecer de motores"!
 
 
Uma voltinha tranquila em fim de tarde por Castelo Branco e arredores, com cerca de 15 km, juntando o alcatrão á terra batida, uma vez que este ano o passeio vai ter novas "performances" com a introdução de caminhos de terra no percurso.
 

Para terminar o dia, nada como continuar esse "aquecimento" aquecendo neste caso o estomago, com as iguarias que iremos provar já no sábado! Comecei com um caldinho da cozedura do feijão, bem apaladado, terminando com um segundo de boas sardinhas, feijão frade e muita saladinha de pimentos e tomate... Um belo aquecimento!
 
Fiquem bem e até sábado!
 
FMike :-)

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Ataque ao Feijão Frade!

Boas a todos!
 
Tá-se a chegar o frio do Inverno amigos! E com o frio do Inverno, começamos a chegarmo-nos ás brasas da lareira, ao café quentinho, depois de uma refeição saborosa, onde a veradeira sopa de entulho tem sempre lugar! E para mim sopa de entulho é sinónimo de sopa de feijão!
 
 
Encarnado, branco, feijoca ou frade, todo ele é bom e sobejamente apreciado cá por casa, até, pasmem-se, pelos meus rebentos, contrariando a tendencia de que o que é comida de plástico é que é bom!
 
 
Assim para irmos ver se a colheita deste ano é boa, nada como um saltinho ali até á Lardosa, onde na Feira alusiva ao Feijão Frade poderemos desgustar as iguarias ligadas ao produto. Se aliado a isso levarmos as bicicletas antigas ou as botas de caminhada ainda melhor!
 
Portanto no dia 6 e/ou dia 7 haverá actividade BTTHAL ali para aqueles lados. Este ano a braços com um exame logo na terça feira, provavelmente iremos só ás bicicletas, mas não faltaremos!
 
FMike :-)

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Sem ser despedida, cá vai um "Até Já!"

Boas a todos

A vida tem coisas engraçadas. Não querem lá ver que no regresso ás aulas, da malta lá de casa, sou eu o primeiro a alinhar, já na próxima segunda feira, dia 10?! E os meus pirralhos continuam de férias, ficando o mais novo ainda quase 15 dias de lazer, antes de começar as aulas! Não há direito!


Ah pois é meus amigos, já me está a bater a "depressão" do regresso ás aulas, aos livros, ao ficar fechado na sala, quando lá fora o dia pede bike, aventura e pedaladas descontraidas com os amigos! Mas pronto tem de ser.... mais 4 meses encafuado nos livros e computadores!


Assim, em jeito de "pedaladas de despedida" das minhas bikes e da companhia dos amigos, dei na passada terça voltinhas a pedal pela região, em asfáltica e na sexta quem me fez companhia foi a minha boa "amiga" SS.


Na terça como não podia deixar de ser, apareci no Continente, para uma voltinha com a malta que me acompanhou a Fátima, para umas pedaladas tranquilas para libertar o excesso de ácido lático ainda acumulado.


Mas nesta coisas há sempre boas surpresas, pois apareceram ao nosso convivio os amigos Cabarrão e Ti João dos Escalos, ambos há algum tempo afastados das lides ciclistas e que assim reapareceram, restabelecidos, pelo menos em parte, das maleitas que os tem atormentado. A ambos, benvindos!


Igualmente na sexta, mas em versão solo, tinha alguns afazeres na minha quinta, pelo que um pouco mais tarde que o habitual sai de casa a bordo da minha saudosa SS, na qual não pedalava há algum tempo, numa voltinha em redor da cidade, com algumas barreiritas á mistura até chegar ao destino.


Assim registo aqui as ultimas pedaladas para as proximas semanas. O afastamento não será total, pois sempre que possa, aparecerei, estando mesmo garantida a presença na Feira do Feijão Frade para participar pelo menos no Passeio de Bicicletas Antigas, devidamente acompanhado pelo meu pirralho, um fiel entusiasta destas coisas. Outras aventuras se seguem a partir de Janeiro, assim corra tudo ok. E por aqui a tinta não vai acabar assim tão facilmente!

Abraço e... até já!
FMike :-)

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Fátima 2012 - Mais um ano!

Boas a todos!

Pela 6 ª vez, 5ª por estrada, cumpri a minha peregrinação anual a Fátima em bicicleta, uma daquelas "teimosias" que sem ser uma promessa, passou já a ser uma tradição pessoal, que adoptei, desde a minha primeira ida no ano de 2008 na boa companhia do AC, Álvaro e Marco.



Alguns anos se passaram, estamos todos mais velhos, as exigências do dia-a-dia já são outras, mas nem por isso, aquela vontade de aventura, nem que seja uma aventura "conhecida", deixa de surgir e inquietar a alma para aliar o prazer de pedalar distancias com bons amigos e a vontade de manter algumas tradições.


A tradição por força das circunstâncias acabou por ser cumprida um pouco mais tarde! Ou era agora ou este ano já não iria conseguir, com consequente "falta a vermelho" na "caderneta de peregrino"! E isso não pode acontecer! :-)


Como não fui em Maio, este ano acabou por ser diferente em alguns aspectos. Primeiro o tempo.Todas as vezes que fui, a chuvinha sempre deu um ar da sua graça, ficando para a memória o autêntico dilúvio que sentimos na pele em 2010 (eu, AC e o Filipe), que nos molhou o corpinho até ao tutano para conseguirmos lá chegar... mas chegamos!
 
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Este foi o primeiro ano em que o sol brilhou toda a viagem. Ás vezes até brilhou de mais, tal foi o calor que apanhamos, que sempre faz mossa, sobretudo nos kms finais, rolados na hora em que o sol estava no zénite! Abrasador!
 
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Depois a altura do ano. Como vamos sempre antes do 13 de Maio é vulgar encontrarmos inúmeros peregrinos ao longo de todo o percurso, seja ele qual for. Caminhos da fé que levam muita gente a fazer a pé centenas de kms para ver a santa...
 
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Este ano nem vivalma! Apenas um "curtido" veiculo motriz movido a palha (leia-se burro), pintalgado de vermelho, carregado de simbolos do glorioso (SLB para os distraidos!), conduzido por um simpatico velhote, igualmente bem vestido com uma camisola do Benfica. Nem mais ninguém... Já o santuário fervilhava de vida, com um número pouco habitual de peregrinos a ocupar tudo quanto era espaços em redor do santuário!
 
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Por fim, os meus companheiros de pedalada. Como ia somente nesta altura do ano, alguns amigos já tinham cumprido a sua própria tradição e até já estava conformado com a ideia que se calhar ia ter de ir sozinho até Fátima... Mas não. Bastou lançar o desafio e logo alguns amigos dos que se juntam no Modelo disseram "presente"! E eu logo todo contente, pois passava a ter companhia para fazer uma viagem tranquila até Fátima.
 
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Assim, no domingo dia 2 de Setembro, pelas 06:30, alinharam comigo no intuito de chegar a Fátima por estrada, 8 companheiros movidos a pedal: Eu (FMike), Fernando Caraibas, Monteiro, João Salavessa, Marco e os estreantes Vasco Soares, Alfredo e a Tê. O Pedro Roxo, que estava desejoso de nos acompanhar, acabou por "ficar em terra" por falta de transporte para regressar á cidade. Ficou prometida a sua presença no futuro!
 
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Contava-mos ainda com o apoio desde o local de saida e ao longo de todo o percurso até Fátima, do incansável Joaquim Cabarrão, que levando a minha carripana, nos seguiu ao longo de quilómetros, ajudando nos abastecimentos e hidratações, dando alento e incentivo a quem precisava, ao nivel de quem ja andou nestas andanças e sabe o quanto custa lá chegar.
 
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Tivemos pena que não nos acompanhasse em duas rodas, mas tenho a minha esperança que seja apenas uma fase que irá ser bem resolvida, pois faz falta no pelotão, a sua companhia a pedalar! Obrigado!
 
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Igualmente a carrinha da Tê, que iria trazer algumas bikes, foi conduzida pela Nádia até Fátima, e a quem aqui também deixo o meu obrigado, pela sua jovialidade e boa companhia.
 
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Dos 3 percursos que conheço de CBranco a Fátima, a malta acabou por escolher o mais longo mas que terá (supostamente) menor dificuldade, ou seja via Torres Novas. O percurso passa por algumas subidas importantes, sobretudo no inicio e no fim, mas com muito boas zonas rolantes, que permitem um avançar rápido em direcção ao objetivo.
 
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Não era esse o espirito, até porque havia a malta que se estreava nesta quilometragem e o objetivo era mesmo lá chegar, toda a gente e em boas condições e isso foi conseguido. Se demoramos mais ou menos, isso não me interessa, pois verdadeiramente foi bom regressar ás grandes aventuras, que sempre cultivei neste espirito.
 
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O Sol começou a nascer logo á saida de CBranco, mas seria em VVRodão que mostraria o seu esplendor matinal sobre o rio, numa zona onde nos esperava as primeiras subidas até ao cimo das Talhadas e depois até Nisa. Cada um a seu ritmo, sem grandes oscilações, lá vencemos estas "empenas", pois em Nisa esperava-nos o primeiro café do dia e um episodio engraçado com os populares, curiosos com a presença da Tê no nosso pelotão.
 
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De Nisa até ao Gavião, maioritariamente plano permitiu-nos avançar um pouco mais rápido, andamento igualmente mantido depois desta subida, já em plena planicie virada a Abrantes. Desta vez não subimos pelo centro da cidade, preferindo ir "á volta" por Alferrarede, o que não invalida uma boa subida, embora menos inclinada.
 
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Logo a seguir, em Rio de Moinhos, numa altura em que o calor já apertava, fizemos o primeiro "real" abastecimento, com umas bebidas frescas e alguma comida à mistura, ao mesmo tempo que fotografavamos a curiosa engenhoca que o dono do café tinha para esvaziar os garrafões do tinto, diretamente nos copos! Fantástico!
 
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Sempre lado a lado com o Tejo, lá fomos fazendo os kms em direcção a Torres, passando por bonitas vilas e aldeias caracterisiticas desta zona - Barquinha, Tancos, Constância, que implantadas naquelas margens, emprestam á paisagem, uma beleza tipicamente portuguesa. Muito bonito!
 
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No Entroncamento, não apanhamos o comboio, mantendo o "nosso comboio" activo, pois Torres já estava perto e sabiamos que era nos derradeiros 25 km é que estavam as dificuldades finais, nomeadamente a subida da Serra Aires e Candeeiros, pela vertente das "Pegadas dos Dinossauros".
 
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Passada Torres e um breve abastecimento de liquidos, passamos Chancelaria, começando primeiro (mais ligeiro) e depois bem mais marcadamente, a subida até ao cruzamento de Ourém/Pegadas, onde atingimos o cimo da serra, já a pouco mais de 8 km de Fátima.
 
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A subida é agreste, até porque não tem nenhumas sombras, a vertente está toda virada ao sol e na realidade é aqui que o cansaço pode marcar pontos. Mas de lamúrias está o mundo cheio! Cada qual ao seu passo, uns mais certinhos que outros, lá chegaram ao cimo, mostrando que para tudo é preciso motivação e que não seria um "caroçito" que iria impedir a chegada ao santuário, numa altura que já "cheirava" a Fátima.

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E mesmo no cimo, já com Fátima ao longe e o medonho incendio de Ourém mesmo ao lado, paramos nas bombas da gasolina ali existentes e demos liberdade á alegria de termos chegado tão longe. Uma sensação óptima.
 
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Entramos no santuário já bem perto das 14 h, com perto de 7 horas de pedalada, para cumprir os 170 km do percurso. Mas mais "impressionante" que os números, foram sem dúvida os bons momentos que passamos juntos e sobretudo, o gostinho sentido por se ter cumprido, mais uma vez, a tradição.
 
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Esse gostinho que tive, terá sido bem mais pequenino, comparado com tenacidade, motivação e força de vontade em querer chegar, mostrada pelos estreantes Alfredo e Vasco, mas sobretudo pela Tê, que mais uma vez demonstrou, que ser-se mulher, não é, nem nunca será, uma limitação para o que quer que seja. Como eu lhe disse, o céu é o nosso limite! Conto contigo e com todos, para outras aventuras que de certeza irão acontecer no futuro. Parabéns a todos e nunca é demais, obrigado por me terem feito companhia!
 
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FMike :-)

Todas as fotos, incluindo as do Vasco que gentilmente me cedeu, podem ser vistas aqui:
http://www.flickr.com/photos/fmicaelo/sets/72157631401654550/  ou clicando no slideshow: