terça-feira, 13 de julho de 2010

Quatro Cágados e uma Lebre

Boas a todos!

Once up on a time, in a land, far, far away, there was a hare (a bigger rabbit) and four tortoises (a kind of turtle)…

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Não, não é o filme do Shreck mas andamos lá perto… estão mesmo a ver que vamos ter uma história da carochinha para adormecer as”criancinhas” que costumam pedalar aos domingos … Pois bem! Não se enganaram! Uma notinha do conselho redactorial… o título deste post paga direitos de autor, ou melhor, direitos de Fidalguia! Eheheheh

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Era uma vez uma lebre e quatro cágados que viviam numa terra muito distante da capital do país, apelidada de Caldeirão da Beira, tal era a temperatura que se atingia no Verão. Esta terra distante de tudo, era servida por estradas de miséria e uma autoestrada com portagens, pelo que estes inteligentes “animais” usavam bicicletas como meios de transporte privilegiados em vez de carros barulhentos e poluidores… (querias tu mais nada!)

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Certo domingo lá apareceram estes amigos, num local chamado Cais para ir mostrar mais uma vez como é que se anda de bike “à lebre”. Como tal escolheram uma voltinha engraçada, que passasse na Mata para que um dos cágados, o que se dá mal com o calor, ficasse por ali a dar banho à minhoca na piscina da Bigorna, na companhia da sua Maria.

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A primeira corrida à lebre que fizeram foi na estação de comboios, onde pedalaram um recente singletrack, lado a lado com os comboios, permitindo fazer corridas… contudo ainda não era suficiente para a lebre…

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O passo seguinte foi fazer uns novos trilhos ali pró lado do Forninho do Bispo, mas também aí não se conseguiu cansar a lebre, continuando a saga em direcção a Alcains por trilhos há muito não navegados e bastante deploráveis devido à invernia.

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Como os cágados já iam cansados, nada como uma cafezada para repor energias continuando a saga logo depois por terras dos Escalos de Cima, onde numa tentativa frustrada de atrasar a lebre fizemos-lhe um furo na roda traseira, mas nem assim… a magana da lebre continuava rápida que nem um fuso… (parafuso! Ehehehe)

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Até que, com a Lousa à vista, o pneu berrou mesmo, permitindo algum descanso aos cágados que já iam cansados, ao mesmo tempo que dois deles, mais espertalhões, arranjaram lastro suficiente para por ás costas da lebre e atrasá-la de maneira a ficar cansada e não conseguir ganhar a corrida, sem ela dar conta de nada…

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… E conseguiram! Só mesmo visto! Na bela subida da ribeira de Alpreade para a Mata, a lebre não conseguiu ganhar aos cágados tal era o peso que o lastro fazia, atrasando-o! Ora observem lá o tamanho do lastro!

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Qual é a moral da história? “Se queres atrasar uma lebre, pôe-lhe uma pedra granducha no camel-bag!”

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E pronto. Assim acaba a historinha da lebre e dos 4 cágados. Regressaram todos a casa, cheios de calor, sede, mas muito felizes (para sempre)!...
Até à próxima!
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FMike :-)

quarta-feira, 7 de julho de 2010

"Fininha"... a Estreia!

As Bicicletas Canyon invadiram a cidade… ele é bikes de BTT, ele é bikes Asfálticas! A Canyon parece querer mesmo impor-se no mercado das duas rodas… adoptando uma estratégia de abertura que não é comum noutras marcas já firmadas no mercado!
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A par com as 4 Canyon que irão fazer o Caminho Português de Santiago de Compostela de 3 a 6 de Agosto deste ano, veio também uma “roda fina” para testes! A Canyon CF SLX 8.0 tem feito as delícias de vários aspirantes a estradistas. É possível acompanhar todos os testes nesta bike num cantinho especialmente criado pelo Nuno Maia para esse efeito. Espreitam aqui!

Depois do Nuno Maia, João Afonso e Pedro Barroca, terem já experimentado sensações diferentes nesta bicicleta, eis que chegou a minha vez! Solicitei a oportunidade ao Nuno Maia, que prontamente a colocou ao dispor para uma manhã de quilometragem asfáltica!

Terça-feira, juntei-me ao grupo “habitué” da roda fina, junto ao Modelo pelas 8:00. Tinha combinado com o FMike, uma voltinha lá para os lados das Aranhas e Aldeia de João Pires afim de “procurarmos” umas geocaches mais distantes, que ainda não faziam parte das nossas contas pessoais!

Partilhámos os nossos objectivos com os restantes elementos, que prontamente nos fizeram companhia até à Aldeia de João Pires. Nesta localidade, eu e FMike, iniciámos os trabalhos de Geocaching, enquanto, os restantes seguiram caminho, rumo a Medelim. Agradeço desde já a camaradagem proporcionada pelo grupo até este ponto do percurso (Joaquim Cabarrão, António Cabaço, Nuno e Leandro).

Após as buscas e trabalhos cumpridos na busca dos caixotinhos, era tempo de regresso à cidade! As temperaturas estavam nos píncaros… o calor tórrido da hora de almoço fez atingir os 45ºC no ciclómetro do Micaelo!!! Impressionante!!! Não me senti nada bem no regresso à cidade, quebrando bastante a média de andamento nos últimos Km’s! O calor era demais… Chegámos a Castelo Branco com a modesta média de 27Km’s/h, já perto das 14h e 125km’s percorridos!

Apesar das dificuldades na segunda metade do percurso, gostei bastante da experiência! Tal como o João Afonso, ou mesmo o Pedro Barroca, não tenho qualquer opinião específica da bicicleta Canyon CF SLX 8.0, comparativamente a outras asfálticas! Foi a minha primeira experiência em estrada! Estreei o Clube das Fininhas... por um dia!!

Achei interessante a dinâmica do pedalar, a manutenção do ritmo de pedalada, a desmultiplicação era uma novidade sempre em descoberta durante os Km’s, bem como a melhor posição de condução! A sensação de velocidade é por vezes assustadora!! Apesar disso o conforto é algo que senti na bicicleta… talvez seja o carbono a ajudar!!

Nas parcas subidas que encontrámos, gostei da sensação! Preferível subir… que descer… onde senti maior insegurança! Neste aspecto…. iguala o BTT! Esteticamente é uma bicicleta bastante sóbria, fria, tipicamente alemã, tipicamente Canyon!

Cabe-me agradecer ao Nuno Maia a oportunidade e a experiencia que obtive com esta bicicleta. A ele o meu obrigado!

Canyon Lux MR 8.0 - Asfalto, O Teste inicial!

Clica na imagem...

sexta-feira, 2 de julho de 2010

The Mud is back!

Boas a todos!

O grito de ipiranga de hoje foi: "THE MUD IS BACK!"

Não, não é o título do filme de terror que fui a ver ao Fantasporto este fim de semana... Foi quase um filme, foi quase um terror...

Ná, ná... também não é o título do novo êxito dos Iron Maiden (saudosos anos...) Foi quase uma canção de gritos com ela a bater no quadro, a fazer chiar os travões...

Não... tão pouco é o novo brinquedo electrónico da Mattel, a fazer brilhar os olhos dos petizes no Natal que se aproxima... Foi quase uma brincadeira divertida ver a talega a "dar de rabinho", e fez brilhar os nossos olhos á procura do melhor sitio para cair... ehehehehe

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Então... de quem estamos a falar???

Estamos a falar da nossa amiga LAMA... MUITA, MUITA LAMA!.

Na terça passada fomos fazer trilhos e paredes lá para o vale do Ponsul, sempre bem acompanhados pelo calor, muito pó e muito areão solto devido á secura; hoje mudamos de planeta... Fomos novamente para o vale do Ponsul fazer (menos) subidas, mas agora a companhia era outra. Para além de mim (FMike), do amigo Filipe e do AC, apareceram as nuvens ameaçadoras, um sol muito tímido, um ar húmido e já pouco agradável, uma chuvita no fim da manhã e, claro está, a nossa amiga lama por todo o lado.

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Aquilo que eram estradões arenosos e poeirentos, de progressão fácil, tornaram-se trilhos bastante enlameados, cheios de poças de água, com episódios de progressão divertida/dificil. Até mesmo as subidas, outrora resvaladiças devido à areia solta, estavam agora escorregadias e cheias de regos, devido à passagem da muita água que choveu nos últimos dias, tornando bastante técnicos alguns troços, outrora fáceis.

A saga de hoje alternou assim alguns momentos bem descontraidos de conversa amena, com alguns troços divertidos, a tentar ver quem era o primeiro a molhar a meia - atravessamos mais de meia dúzia de ribeiritas, algumas já com água de respeito para além de inúmeras poças que se espraiavam nos trilhos de lado a lado. Outros momentos engraçados viveram-se a tentar ver qual seria o primeiro a espantar-se no meio de uma charca de lama, pois a talega bem se fartou de "dançar" em cima dela. Cheguei a rolar com uma tal camada de lama nos pneus, que mais parecia um "tractor" calçado com uns pneus com 2,5 de largura!

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Para além destes amigos outonais, a jornada foi também fértil em avistamentos. Mais de 20 ou 30 perdizes, dois bandos de patos bravos, um bando de pombos torquaz e até um saca-rabos, fizeram as nossas delicias no que respeita a fauna natural. Até o Ponsul, antes cristalino e baixo, ia já bem mais alto e colorido com as cores castanhas da estação. Um regalo para alma aventureira de quem gosta destas coisas.

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Mas, se bem que tentou, a lama não tirou o protagonismo à estrela de hoje. Toda bonita e engraxada, bem equipada e encimada por um dono orgulhoso (quem não ficaria com um maquinão daqueles), a Seven do amigo AC, brilhou pelos trilhos, mostrando que é mesmo um mercedes de 2 rodas e um "cavalo" de potência. Vejam as fotos se babem-se! Amigo AC muita saúde para a gozar!

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Bem amigos agora ficam as poucas fotos que a chuva deixou tirar nas breves tréguas dadas.

Até à próxima - Lousa/5 de Outubro!

Mais relato em ac-trilhoseaventuras.blogspot.com


quinta-feira, 1 de julho de 2010

2 Dias cheios de Pedalada Veraneante

Boas a todos!

Verão é sinónimo de calor, mas nem isso tem sido impeditivo de fazer o “gosto ao pé” e pedalar por aí fora a apreciar a natureza, as bikes e os amigos.

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Na passada sexta-feira, eu (FMike) e o JValente cumprimos os primeiros quilómetros com as manas Canyon, tendo sido esta primeira saída cumprida quase integralmente por alcatrão por opção nossa.

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Pretendíamos fazer um road-test para verificar se tudo estava conforme os nossos “requisitos de qualidade”, isto é, se o selim não massacrava muito a bunda, se as mudanças entravam bem e não tinham vida própria, se os travões davam para fazer umas carambolas, no fundo se as meninas tinham um comportamento exemplar sem nos mandarem o “cortiço” ao chão. E têm! São mesmo umas meninas lindas, cheias de personalidade!...

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Para tal road-test, escolhemos uma rota que incluísse uns caixotinhos novos, recentemente aparecidos no mundo do Geocaching - um enigmático ali prós lados da Lardosa, naquela bonita Igreja que parece um castelo do Portugal dos Pequeninos, junto ao campo de futebol. A outra, uma micro, estava sediada na Póvoa da Atalaia, junto à estátua ao Santo Estêvão, um local já conhecido de outras passagens pela aquela zona.

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O passeio desenvolveu-se em rota circular, com saída de Castelo Branco em direcção a Alcains, Lardosa, Vale da Torre, Zebras e Póvoa da Atalaia, onde após a última cachada, bebericamos umas colas e papamos umas sandochas para animar as energias do corpinho.

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Como a manhã ainda ia a meio continuamos em direcção ao cruzamento de Castelo Novo, Soalheira, Louriçal, Lardosa, Marateca, Póvoa de Rio Moinhos, Caféde e novamente Castelo Branco, onde assentamos arraiais novamente na esplanada das Docas e terminamos a manhã com uma mine geladinha e uns tremocinhos, em ambiente de boa descontracção depois de 75 km's a um ritmo vivo.

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Como primeira impressão registamos positivamente a desenvoltura das bikes a subir, sobretudo da Grand Canyon CF. Tudo funcionou bem, excepto o selim Selle Itália SL que fez um ruído algo incomodativo…. Precisa de massa! Tudo o resto comprovou a qualidade das bikes. Vamos ver como se portam nos trilhos, já, já, de seguida!

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Quanto ao segundo dia de BTT (sábado houve asfáltica) este podia ser intitulado de “Uma mão cheia de Singles” by João Alfonsingles… um excelente dia de pedalada digo eu!

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É verdade! Mais uma vez o amigo João Afonso revolveu o seu baú de tracks, aquele que guarda na sua cabecinha pensadora (como é que este rapaz se lembra de tudo?!....) e fez novamente um brilharete!

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Domingo aparecemos nas Docas para pedalar, eu (FMike), Álvaro, Pedro Antunes, Nuno Maia, João Afonso e o Marco, um amigo de longa data que agora regressou aos trilhos e logo cheio de pedalada - Welcome back!

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Depois dos cumprimentos habituais e de “morta” a curiosidade em torno da “minha” Canyon, desafiamos o João a mostrar-nos os trilhos que tem andado a levantar a sul de Castelo Branco com o Luís Lourenço, outro descobridor nato nestas coisas. E o João, como bom amigo que é, não se fez rogado – “vamos lá a eles pois então!”

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A saída fez-se pela Decathlon e logo ali virámos os azimutes aos Maxiais, por um trilho que há muito não revia, famoso pela sua pedra solta e areão poeirento entre os eucaliptos, excelente para começar a testar uma nova bike.

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Depois de um par de subidas que nos levaram ao cemitério dos Maxiais fizemos logo ali uns bons quilómetros de singles, alguns inéditos para mim, até reentrarmos na aldeia e nos dirigirmos ao Joca para a cafezada matinal.

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Seguiram-se mais alguns singles, virando depois para as Olelas onde por alguns trilhos pouco conhecidos fizemos a ascensão mais arfante do dia, com a Canyon a mostrar toda a sua capacidade a subir – esta menina está mesmo amanhada para isto! A saída deste caroçito deu-se por uma descida que não conhecia, em direcção à Represa onde nova dose de singles fez as delícias dos pedalantes de hoje.

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Por trilhos conhecidos fomos até às proximidades das Benquerenças, onde surgiram mais singles, que nos levaram numa rota circular em torno da aldeia, re-descobrindo alguns recantos muito aprazíveis, agora bem empastelados pelo amarelo pardacento da vegetação já seca – quente mas muito bonito!

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A hora de almoço aproximava-se e como o Pedro fazia anos (parabéns puto!) queria chegar cedo a casa, pelo que bem perto do meio dia estávamos já na Associação do Valongo para a apreciada bjeca, patrocinada pelas 38 primaveras deste rapaz, emoldurada por uns tremocinhos e muitas chalaças entre amigos. Assim se passou mais uma bela manhã de BTT com cerca de 50 km's, quase exclusivamente em bonitos e exclusivíssimos singles - Obgrigado João Afonso e Luís!

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Como de costume espreitem lá as fotos! Quanto ao comportamento da "menina" Canyon com as respectivas fotos irei postar no sítio do costume (clica na imagem)...

Abraço, Fiquem bem!

FMike :-)




Canyon Lux MR 8.0 - Os Preparativos

Canyon Lux MR 8.0 by JValente

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