segunda-feira, 15 de junho de 2009

Até ao Rei Wamba... de SS!

Boas a todos!

Erguido numa escarpa sobranceira ás Portas de Rodão, o Castelo do Rei Wamba, também conhecido por Castelo de Rodão, permite o vislumbre de uma paisagem previligiada sobre o vale do rio Tejo, deixando extasiado quem ali vai. A Torre-atalaia, a parte sobrevivente do castelo, hoje recuperada, domina as atenções de quem repara na sua existência, desafiando os mais cépticos a subir até lá acima, por uma estrada sinuosa e degradada que leva a Vila Ruivas. Bem perto existe ainda a ermida da N. Senhora do Castelo, também ela recentemente restaurada.

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"Segundo a tradição, o rei visigodo Recesvinto morreu em Gertigos, em 672, não longe da Idanha, lá para os lados de Salamanca. Reunida imediatamente a "aula régia", foi Vamba eleito sucessor do rei. Estava ele na Egitânia, sua terra natal, onde uns enviados da corte o procuraram para lhe participarem o facto. Não acreditou e não quiz aceitar o pesado encargo. Ameaçado de morte se não quizesse o trono, não se perturbara e teria dito que só aceitaria a coroa se essa fosse a vontade de Deus! E para tal se certificar, pegou numa vara de freixo, espetou-a no chão e exclamou: «Se é verdade que Deus quer que eu seja rei, prove-o fazendo voltar as folhas a verdejar nesta vara que também deverá tomar raízes»!! E imediatamente o milagre se consumou!" ( D. Fernando de Almeida, Ruínas de Idanha-a-Velha, Lisboa, 1977, p. 18-19)

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"Vamba ou Wamba (?—687), que terá nascido na Egitânea, mais propriamente em Idanha a Velha, foi o último grande rei dos Visigodos, deposto por perfídia quando lhe deram a beber um hipnótico que o levou a crer que a sua morte estava iminente." (Wikipédia, 2009)

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Contudo o IPPAR é mais modesto na avaliação, pois uma investigação arqueológica inviabilizaram a atribuição a este rei visigodo, considerando-a uma modesta estrutura de tradição medieval, construída presumivelmente nos séculos XII-XIII, por iniciativa da Ordem do Templo, instituição que detinha esta parcela de território nas primeiras décadas da monarquia.
Intimamente ligado ao espaço fisico do castelo estão algumas lendas e fábulas, sendo uma das mais simbólicas, a Lenda do rei Wamba ou da Maldição de Ródão…

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"A lenda fala do amor adúltero de uma rainha cristã (uma vezes identificada como mulher do rei Wamba, outras como princesa Urraca), que vivia no Castelo de Ródão, com um rei mouro residente do outro lado do rio... Diz a lenda que se namoravam sentados em cadeiras de pedra situadas num e noutro lado das Portas, enquanto o rei cristão andava na caça ou na guerra. Diz-se ainda que o rei mouro decidiu raptar a rainha cristã. Com esse fim escavou um túnel, com início no Buraco da Faíopa (mina antiga situada na encosta ocidental da serra de São Miguel), para passar por baixo do rio. Mas falhou o propósito e o túnel (que não existe) terminou a grande altitude, no morro sul das Portas de Ródão, onde existe uma cavidade a que chamam Buraca da Moura."

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"O rei mouro acabou por fugir com a amante que atravessou o rio sobre uma teia de linho. Segundo a lenda, o rei Wamba conseguiu raptar a mulher. Esta foi julgada em tribunal familiar que a condenou à morte por despenhamento presa a uma mó. Na queda a rainha lançou a seguinte maldição sobre Ródão: "nesta terra não haverá cavalos de regalo, nem padres se ordenarão e p… não faltarão".Por onde a rainha passou, arrastada pela mó, jamais nasceu mato."(Caninas, Henriques, Gouveia, O Castelo de Ródão e a Capela da Senhora do Castelo, VVR, 1997)

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Ora está assim dado o mote e o panorama para mais uma aventura BTTHAL. Aquela paisagem há muito que dominava as nossas atenções e pedia pedalada por aquelas bandas. E mais uma vez o Geocaching deu o pontapé de saida. Duas geocaches (GC1NRAR e GCF508) plantadas naquelas alturas desafiavam-nos o interesse e a vontade de ir lá cachá-las. E mais uma vez a oportunidade surgiu e depressa nos fizemos ao caminho. Na véspera ainda desafiei alguns a acompanharem-nos mas ninguém quis ver o outro lado do geocaching... ficará para uma próxima!

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A aventura era relativamente fácil. Ir até VVRodão, subir lá acima á serra, topar as duas caches e regressar antes das 13 horas... Simples, elementar, rápido... e bonito q.b.! Como parecia tão simples... tivemos que "complicar" a aventura um bocadinho, senão, nem dava gozo... vamos lá faze-la de SS!

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E assim foi. Munidos das nossas "amadas" SS, no meu caso pelo 4.º dia consecutivo, saimos de CBranco perto das 8 horas, pois o dia prometia calor e queriamos regressar cedo, sem grandes queimadelas solares no pêlo. A pedaladela foi sempre certinha, com elevada rotatividade das "batedeiras de ovos", até porque para baixo todos os santos ajudam e não havia shifters para utilizar (ai, ai... os dedos ainda andam lá sempre à procura...). Quando davamos conta já iamos a pedalar em seco... ehehehehehe!

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Ás 9:20 horas estavamos já em VVRodão no Júlio das Enguias, para a tradicional dose cafeinica, pois aguardava-nos a primeira parede do dia - a da Ponte Metálica até ao patamar da serra das Talhadas, onde se situa o Castelo do Rei Wamba. São 3 km que vencem dos 100 metros até aos 370 metros de altitude, uma bonita subida para se fazer... de SS.

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Pé ante pé, ou melhor, pedal ante pedal, os 18 dentes lá nos foram transportando serra acima, até que a dado passo passei a lembrar-me duma frase do Pinto Infante, tal era a paisagem que podiamos avistar... Já viamos as costas, não aos corvos, mas sim aos grifos, quase duas dezenas, que fazem parte da colónia que habita as escarpas das portas de Rodão.

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Chegados ao local das caches foi tempo de encostar as binas e pegar no GPS para iniciar a cachada. Perdoa-me Rainha Wamba mas a tua suposta maldição de não nascer aqui mato está completamente fora de prazo!... Mato e mais mato abundam e de que maneira estas paragens. Se bem que a primeira cache está quase encostada ao castelo, já a segunda, está lá mesmo na ponta da escarpa, em pique directo até cá abaixo ao Tejo... e para lá chegar... fónix!

São 300 metros de "passeio-escalada-desbrava" pedestre em que me lembrei muita vez do podão e das catanas que deixei na quinta - aqui tinham feito um sucesso! Irra pro mato! E para regressar ainda pior! Sempre a subir, com estevas, carqueijas e tojo maior que eu (1,75 m!!!), foi um autêntico suplício regressar ao Castelo, onde cheguei completamente arranhado, cheio de folhas e pedaços de mato e completamente ensopado em suor, o que me levou a uma atitude radical - pedalar à Pedro Barroca, leia-se sem camisola só de Camel nas costas! Ehehehehehe

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Mas pronto. O objectivo principal estava alcançado. Claro que de simples não teve nada, mas já cá iam mais duas cachezitas para as nossas contas pessoais.

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Faltava então regressarmos à cidade. O calor do estio dominava e de que maneira, e aguardava-nos uma porrada de subidas, a fazer de... SS. Mas sem stress!

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Em boa cadência e a subir, as SS mostram toda a sua capacidade - bikes relativamente leves, com boas relações permitem andamentos rápidos, sem a "dança das mudanças" a fazer perder tempo... assim haja pernas! E foi assim mesmo. Quando demos conta estavamos perto do Ramalhete, cheios de sede e depressa lá fomos para a mitigar com um par de mines fresquinhas.

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Dali a CBranco foi outro instantinho, onde entramos cerca das 12:10 horas, com 70 e picos km andados a um ritmo vivo de 22,5 km/h - muito bom para nós. Para a memória fica mais um excelente dia de aventuras bike-geocachianas, em boa companhia e por paisagens inesquecíveis.

Fiquem bem!

FMike :-)


domingo, 14 de junho de 2009

Singin' in the rain!... de SS!

Boas a todos!

No longinquo ano de 1952, Gene Kelly sob a batuta de Stanley Donen, imortalizava nos grandes ecrans do cinema, uma intemporal comédia musical - "Singin' in the Rain", considerada desde então como uma das melhores comédias musicais de sempre, constando no primeiro lugar da AFI's 100 Years of Musicals. Quem já viu o filme certamente lembrar-se-à de Gene Kelly, envergando um fatinho de corte clássico e de guarda-chuva na mão a cantar alegremente, saltando e encantando quem passava naquela rua americana, enquanto a chuva inclemente caia sobre ele, que indiferente continuava a sorrir, de feliz que estava.

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Em 2009 e 50 e tal anos depois, a chuva por vezes ainda cai assim, inclemente, quando menos se espera... quem diria!... Estamos em Junho mas o S. Pedro ainda nos prega partidas. Mas a comédia de hoje é outra, a rua foi substituida por trilhos, a dança mantém-se contagiante e os protagonistas mantêm a mesma alegria. Olarila!

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Domingo é dia de pedalada, e hoje embora o dia estivesse acabrunhado pelas nuvens, ainda assim se juntaram nas Docas 9 alegres dançarinos das máquinas pedalantes. Álvaro, Pedro, Fidalgo e o filho João, Sérgio Meruje, Bruno, João Afonso, Nuno Maia e eu - FMike, constituimos o elenco da versão 2009 deste Singin' in the Rain. Como gosto de vez em quando de trocar o fatinho clássico como o de Gene Kelly por algo mais atrevidote, hoje optei pela SS, até porque toda a semana tenho pedalado quase exclusivamente nesta menina.

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Enquanto decidia-mos onde ir ou deixar de ir o dia foi-se acabrunhando cada vez mais, com um tom cada vez mais escuro nas névoas que acima das nossas cabeças pendiam. Alguém propôs e rapidamente chegamos a um consenso de irmos lá pros lados das Sarnadas, um local pouco visitado ultimamente.

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E mal começamos a pedalar, começamos imediatamente a dançar sob a chuva que depressa se juntou a nós e que connosco passou a manhã. Mas não pensem que a malta se apressou a vestir as capinhas.... Nada disso. nada de capas ou manguitos ou coisa que o valha. Hoje o dia era mesmo de comédia e como estava demasiado calor, abafado mesmo, a chuva até foi uma benção. E foi bonito ver a malta toda alegre, mesmo sob a chuva ás vezes grossa, a pedalar com alegria como se do famoso musical fossemos membros do elenco.

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Para a história fica uma manhã bem passada pelos trilhos das Sarnadas, em boa cavaqueira e em andamento até rápido, pois ás 11 horas já estavamos sentados na esplanada da Associação do Valongo, com 45 km nas pernas e cheios de alegria por mais um dia bem passado a dançar em cima das gingas.

Fiquem bem!

FMike :-)

terça-feira, 9 de junho de 2009

2ª Etapa GR22 - Piodão - Linhares da Beira

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segunda-feira, 8 de junho de 2009

I Passeio de BTT Terras de Xisto - Almaceda

Boas a todos!
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Decorreu no passado dia 6 de Junho o I Passeio BTT Terras de Xisto, promovido pela parceria Clube PTelecom, Empresa Vila Fraga e a J. Freguesia de Almaceda. Esta organização tripartida prometia um bonito passeio de BTT por terras de pura serrania, em trilhos de xisto, e florestas de impar beleza, com recantos esplendorosos da Ribeira de Eiras. Ao mesmo tempo a Organização acolheu ainda um encontro de agrupamentos de bombos e um singular passeio pedestre ao longo do PR 2 CTB, que liga Almaceda a Martim Branco. Estava então dado o mote para aquilo que poderia ser um espectacular dia de convívio, confraternização e bons momentos com e sem ginga. Mas…

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… Mas o S. Pedro fez das suas! Depois de muitos dias cálidos e ensolarados, a quinta e a sexta feira estiveram acabrunhadas e a madrugada de sábado seguiu-lhes os passos. Aguaceiros, vento e nevoeiro fizeram muitos preferir o calor dos lençóis a molhar o corpinho pela serra do Açor acima. Mas houve resistentes! Eramos poucos mas bons. Alguns vieram de bem longe, mas a unir-nos estava a vontade de pedalar, de descobrir, de ver bonitas paisagens. E nem a inclemente chuva que teimava em cair até quase á hora da partida nos fez claudicar.

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Uns melhor – capas de marca xpto, outros pior protegidos – de manga curta e tshirt, lá fomos perfilando para primeiro ouvirmos algumas orientações e depois para fazermos a saída que se deu à hora marcada. A maioria tinha por destino o percurso mais curto e menos exigente – 40 km. Eu destinado aos 60 km, queria mesmo era subir lá acima e cedo tive, para esse objectivo, a companhia do João Afonso, do João Caetano e do Nuno Delgado da Amareleja. Numa das raras abertas do S. Pedro, lá saímos em direcção a Martim Branco, por um trilho bastante rolante até ás proximidades das Rochas de Baixo, entrando depois nos singles que nos levaram aos moinhos de Martim Branco.

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Aí, habituadinhos a que estamos a atravessar as hortas para chegarmos á aldeia, nem vimos a indicação para a direita que dava acesso a mais uns singles e fomos logo direitos á aldeia, onde rapidamente nos apercebemos do erro. Contudo o engano foi nosso, porque verdade seja dita e os parabéns dados á organização, as marcações dos trilhos estavam simplesmente irrepreensíveis.

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Depois de reorientados e novamente reagrupados lá seguimos viagem em direcção ao Barbaído onde fizemos uns bonitos mas muito escorregadios e técnicos singles que obrigaram a algum pedestre até chegarmos à ribeira de Almaceda onde pela primeira vez molhamos a meia. Isto para quem ainda ia seco o que não era o meu caso, pois a chuva já me tinha bem molhado.

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Aí tivemos o primeiro de muitos abastecimentos. Parece irreal mas acho que tivemos ao longo de todo este passeio alguns 7 ou 8 abastecimentos… Reiniciada a marcha atravessamos a EN 112 em direcção ao Chão da Vã onde não entramos para subirmos para a zona de Valbom, sempre por estradões de bonito pinhal, alternando aqui e ali com bonitas paisagens de serra, encimadas pelo nevoeiro.

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Depois de cruzarmos a estrada do Vale Bonito e passarmos Valbom, aconteceu a única chatice do dia, quando a desgastada corrente alentejana do Nuno decidiu ficar deitada á sombra de um pinheiro depois de partir… Lá tivemos que ceder o ferramental e um elo-link para o rapaz poder continuar.

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Dali á Paiágua foi um saltinho, mas um saltinho que ditava o agravamento das subidas, quer em pendente, quer em tecnicidade, pois a chuva e o piso de seixos molhados iria dificultar a tarefa de chegar ás eólicas.

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A verdadeira parede iria surgir depois de cruzarmos novamente a EN 112 na zona da foz do Giraldo, numa rampa brutal que nos levou até ao cimo da serra. Muito, muito técnica devido á pedras e á chuva e muito muito inclinada foi quase um martírio conseguir chegar lá acima montado na ginga, obrigando mesmo no meu caso a meter a avozinha nos metros finais, tal era inclinação da bicha.

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Mas chegados lá acima para além de algumas exclamações de admiração da malta da Palegessos por termos subido tudo aquilo, a serra brindou-nos com uma vista nos enchia a retina em toda a sua linha, pois permitiu uma vasta observação do nosso bonito horizonte, aqui e ali escurecido pelas muitas nuvens carregadas de chuva. Excelente paisagem.

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Mas as subidas ainda nem a meio iam. Do alto do Adgiraldo até ao Ingarnal a sucessão de subidas era aqui e ali bem molhada pela chuva que teimava em fazer-nos companhia. Mesmo no alto do Ingarnal surgia a separação de rotas quem queria só 40 km tinha um trilho sempre a descer até Almaceda que brilhava lá no fundo da serra.

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Quem teimava em subir tinha uma vasta subida, bem demarcada na falda da Serra do Açor, rumo às muitas torres eólicas que dominavam a paisagem. Depois de mais um reabastecimento, lá nos fizemos ao desafio. Pelo que soube muito poucos subimos lá acima, mas pena dos que não foram… não sabem o que perderam!

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A arfante e prolongada subida, culmina com um estradão ao longo de toda a cumeada da serra, serpenteando entre as muitas eólicas, abarcando uma vista ainda mais espectacular! À esquerda toda a cordilheira da Serra da Estrela domina a paisagem… Em frente vislumbra-se a Gardunha, com S. Vicente da Beira a brilhar a meio caminho. À direita, lá longe, brilhava a Marateca e bem lá em baixo, quase aos nossos pés, as Rochas, Almaceda e Ribeira de Eiras pareciam minúsculas. Éramos mesmo umas águias no topo do mundo! Espectacular!

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Depois de mais um abastecimento e uma bonita foto de grupo, esperava-nos agora a adrenalínica descida até à Ribeira de Eiras devidamente sinalizada como perigosa. E era! Com muita gravilha solta e agrupada em grandes magotes, a ginga contorcia-se toda para se manter em equilíbrio, mas com perícia e alguma astúcia lá conseguimos chegar todos abaixo sem incidentes.

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Num rápido estradão, ainda com algumas subidas, depressa fizemos o regresso a Almaceda onde entramos perto das 13:30, molhado até ao tutano, enregelado pelo frio, mas com a retina cheia de boas vistas e as pernas bem amaciadas pelas excelentes rampas. Muito bom.

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Seguiu-se um banho “quente” nas instalações da Praia Fluvial e depois um lauto almocinho onde não faltou o toque caseiro daquela região – Chanfana, bifes, muita salada, tudo bem regado pelo tinto. Servido á descrição e em quantidades abismais, foi este manjar ainda complementado pelo queijinho de ovelha e pelo arroz doce servido á bandeja (João Valente!... aqui enchias o papinho!). Fiquei que nem um abade!

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Para alegrar o conjunto estava ainda a malta dos bombos a tocar e a dançar ao desafio, numa tal algazarra que quase nem nos ouvíamos!

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Excelente passeio a todos os niveis. Assim vale a pena vir. Repitam lá sff pró ano! Igualmente foi excelente a companhia para estes singelos mas durinhos 60 km Obrigado Joões e Nuno e demais companheiros. Um abraço especial ao Pedro Antunes por nos ter proporcionado um excelente passeio de BTT. Ali notava-se que havia conhecimento e gosto pela modalidade. Obrigado amigo!
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FMike
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quinta-feira, 4 de junho de 2009

Almaceda! Ai vou eu!

Boas! Lembram-se? Este fim de semana temos desafio eólico!...

Eu sou dos que vou... Lá nos encontraremos!...


FMike :-)

quarta-feira, 3 de junho de 2009

1ª Etapa GR22 - Castelo Novo - Piodão

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BTT Familiar - Bienal do Azeite

Boas a todos!

Por motivos familiares não pude acompanhar os "malucos das bikes trepadoras" na senda da 1ª Etapa do GR22 e por isso... grrr!..... bahhhh!.... badamerda!.... laru!.... e por isso fiquei com os azeites! Eheheheh

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Bem... na verdade fiquei um bocadito roidinho de inveja de não poder ir nesta aventura emblemática mas no domingo o trabalho da Maria pregou-me uma partida e tive de ficar a amochar em casa... a ginga ficou somente disponível para plano familiar - passo a explicar!

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Sabendo de antemão que durante a manhã de domingo iria ficar de "pai-sytter" ás minhas duas crianças, decidi aliar o útil ao agradável, ou melhor, o prazer da ginga à companhia do meu pirralho mais novo, pois a minha filha não quis alinhar, preferindo o conforto da TV e do sofá. E o alinhar, pressuponha participar no desafio lançado pelo RARN para participarmos em equipa de pai e filho no BTT Familiar, inserido na Bienal do Azeite que decorria neste fim de semana.

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E assim foi. Depois de entregues em Castelo Novo os pedalantes, foi chegar a casa, equipar-me a mim e ao pirralho, pegar nas respectivas gingas e juntar-nos á malta nas Docas, local de encontro previligiado, bem no centro da Bienal do Azeite.

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A moldura humana era á partida constituida essencialmente por miudos e graudos, num ambiente de expectativa, bem diferente dos ultimos passeios onde tenho ido - menos gente, ambiente mais tranquilo, menos formal, stress off misturado com a algazarra que se espera de uma dúzia de miudos ávidos para pegar nas gingas e pedalarem.

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E tal era a expectativa da partida, que quando o RARN deu o mote para a largada, foi vê-los a disparar por ai fora que se não fossem os guias do passeio, diria que estava no meio de uma maratona, com tudo a querer ir na frente! Num instante fiquei eu e o meu puto na cauda do pelotão, quase sozinhos e com a carrinha vassoura a ronronar atrás de nós... querem lá ver que somos os últimos?!... Onde é que eu já vi isto?!.... Eheheheheh

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E foi assim em ambiente tranquilo, sempre com a vassoura trás de nós e na cadência própria do meu pirralho que fizemos a primeira metade do passeio familiar, que saindo pela Carapalha, se dirigiu à Sra de Mércules, seguindo-se a subida que dá acesso á estrada da Fonte Santa.

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Aí chegados tinhamos á nossa espera um reforço alimentar, que aquela hora, já perto do meio-dia soube a gingas, pois o muito calor e subida fazizeram mossa nalgumas pernas menos habituadas.

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Repostos os níveis era tempo de continuar, agora pelo trilho que nos levou até ao VG da Cancela Cimeira, onde viramos direitinhos ao Aérodromo, já com a cidade em pano de fundo.

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No nosso passo pequeno - pai e filho - mas certinho, lá fomos vençendo os km's, o calor e algum cansaço do pirralho. Na entrada de CBranco, pela Boa Esperança, foi tempo de parar para "tocar a reunir" da malta para entrarmos todos juntos em direcção ás Docas.

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Chegamos ás Docas já bem perto das 12:30 h, com muito, muito calor, mas todos felizes da vida pois os putos portaram-se á maneira revelando já um promissor futuro em duas rodas. No caso do meu Duda foram quase 21 km, um recorde pessoal dele e que me encheu de orgulho de pai. Temos biciclista!

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Para terminar o passeio em beleza seguiram-se algumas fotos de grupo e depois uma oferta da Organização, um saco e uma bonita t-shirt alusiva à Bienal, que nos fará recordar este belo domingo, passado em familia, com amigos de longa data e com as nossas amadas gingas.

FMike :-)