quarta-feira, 3 de junho de 2009

BTT Familiar - Bienal do Azeite

Boas a todos!

Por motivos familiares não pude acompanhar os "malucos das bikes trepadoras" na senda da 1ª Etapa do GR22 e por isso... grrr!..... bahhhh!.... badamerda!.... laru!.... e por isso fiquei com os azeites! Eheheheh

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

Bem... na verdade fiquei um bocadito roidinho de inveja de não poder ir nesta aventura emblemática mas no domingo o trabalho da Maria pregou-me uma partida e tive de ficar a amochar em casa... a ginga ficou somente disponível para plano familiar - passo a explicar!

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

Sabendo de antemão que durante a manhã de domingo iria ficar de "pai-sytter" ás minhas duas crianças, decidi aliar o útil ao agradável, ou melhor, o prazer da ginga à companhia do meu pirralho mais novo, pois a minha filha não quis alinhar, preferindo o conforto da TV e do sofá. E o alinhar, pressuponha participar no desafio lançado pelo RARN para participarmos em equipa de pai e filho no BTT Familiar, inserido na Bienal do Azeite que decorria neste fim de semana.

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

E assim foi. Depois de entregues em Castelo Novo os pedalantes, foi chegar a casa, equipar-me a mim e ao pirralho, pegar nas respectivas gingas e juntar-nos á malta nas Docas, local de encontro previligiado, bem no centro da Bienal do Azeite.

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

A moldura humana era á partida constituida essencialmente por miudos e graudos, num ambiente de expectativa, bem diferente dos ultimos passeios onde tenho ido - menos gente, ambiente mais tranquilo, menos formal, stress off misturado com a algazarra que se espera de uma dúzia de miudos ávidos para pegar nas gingas e pedalarem.

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

E tal era a expectativa da partida, que quando o RARN deu o mote para a largada, foi vê-los a disparar por ai fora que se não fossem os guias do passeio, diria que estava no meio de uma maratona, com tudo a querer ir na frente! Num instante fiquei eu e o meu puto na cauda do pelotão, quase sozinhos e com a carrinha vassoura a ronronar atrás de nós... querem lá ver que somos os últimos?!... Onde é que eu já vi isto?!.... Eheheheheh

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

E foi assim em ambiente tranquilo, sempre com a vassoura trás de nós e na cadência própria do meu pirralho que fizemos a primeira metade do passeio familiar, que saindo pela Carapalha, se dirigiu à Sra de Mércules, seguindo-se a subida que dá acesso á estrada da Fonte Santa.

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

Aí chegados tinhamos á nossa espera um reforço alimentar, que aquela hora, já perto do meio-dia soube a gingas, pois o muito calor e subida fazizeram mossa nalgumas pernas menos habituadas.

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

Repostos os níveis era tempo de continuar, agora pelo trilho que nos levou até ao VG da Cancela Cimeira, onde viramos direitinhos ao Aérodromo, já com a cidade em pano de fundo.

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

No nosso passo pequeno - pai e filho - mas certinho, lá fomos vençendo os km's, o calor e algum cansaço do pirralho. Na entrada de CBranco, pela Boa Esperança, foi tempo de parar para "tocar a reunir" da malta para entrarmos todos juntos em direcção ás Docas.

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

Chegamos ás Docas já bem perto das 12:30 h, com muito, muito calor, mas todos felizes da vida pois os putos portaram-se á maneira revelando já um promissor futuro em duas rodas. No caso do meu Duda foram quase 21 km, um recorde pessoal dele e que me encheu de orgulho de pai. Temos biciclista!

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

Para terminar o passeio em beleza seguiram-se algumas fotos de grupo e depois uma oferta da Organização, um saco e uma bonita t-shirt alusiva à Bienal, que nos fará recordar este belo domingo, passado em familia, com amigos de longa data e com as nossas amadas gingas.

FMike :-)



sábado, 30 de maio de 2009

Em Estágio pelas serranias do Fundão

Boas a todos!
.
Podem os mais criativos perante este título supor que a equipa BTTHAL entrou em estágio com vista à preparação de alguma prova do calendário ciclo-btt-turista. É verdade que são muitas as possibilidades de avançar nessa prole mas não faz mesmo o nosso género. Ná... O que a malta gosta mesmo é de pedalar, passear, alargar novos horizontes, registar novas paisagens, dismitificar novas fronteiras, nem que para isso tenhamos que fazer quilómetros nesse sentido - em carro entenda-se! Portanto vão lá arranjando outra justificativa para o título.

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

O surgimento na zona do Fundão de uma série de geocaches da responsabilidade de Francisco Frade, um geocacher ligado a uma empresa de eventos outdoor, denominadas de Estágios, em honra ao estágio que fez na dita empresa, promoveu desde logo o planeamento de mais uma aventura BTTHAL em duas rodas, com vista a fazer o pleno destas caches.

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

Para tal era necessário arranjar um dia completo para tal conquista não porque fossem muitos os quilómetros pedalados, mas sim porque pretendiamos faze-los em ambiente calmo, apreciador e com tempo para cachar tais caixotinhos. Dia após dia iamos adiando o inevitável, até que surgiu fianalmente um dia nas nossas ocupadas escalas que permitisse levarmos a cabo tal aventura. E o dia 28 de Maio foi então dedicado a fazer Estágios pelas serras do Fundão.

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

A cachada implicava fazer 5 caches em BTT e mais 3 caches já na cidade do Fundão, estas já de cachemobile, a super Toyota do JValente. O passeio de bicicleta implicava uma volta circular, em trilhos mistos, por montes e vales, começando no Castelejo e passando por Enxabarda, Açor, Boxinos, Bogas, Malhada Velha, Barroca, SMartinho, Silvares, Lavacolhos e novamente Castelejo.

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

Com os arraiais assentes nesta aldeia, lá partimos ao meio da manhã em direcção à primeira cache do dia - Estágio: Grande Vista, que como o nome indica para se ter uma grande vista, temos... uma grande subida! Nada mais nada menos do que a subida da serra do Açor, que logo a seguir à Enxabarda dita um serpentear de curvas e contracurvas, sempre em grande pendente, rumo ao cimo da serra. Mas lá chegados o esforço vale pela vista - 360º de bonitas paisagens, com as imponentes Gardunha e Estrela a marcar a sua majestosa presença, intercaladas por muitas, muitas torres eólicas. Excelente Vista!

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

Conquistado o caixotinho, seguimos então ao longo de 15 km por entre subidas e descidas em direcção à Barroca, onde chegamos após passarmos algumas emblemáticas aldeias onde o xisto domina.

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

Chegados á Barroca tinhamos então a 2ª cache do dia - Estágio: Rota do Mineiro á nossa espera para conhecermos mais uma bonita aldeia deste Portugal profundo. Situada na área de lazer da aldeia, foi fácil dar com a caixinha, mas a paisagem envolvente fez-nos ficar por ali, pois a envolvência era grande. Bonito local para libertar o stress...

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

Mas o estômago dava horas e cheirava a comida no ar. Um restaurante ali perto que já sabiamos que servia bem e barato, serviu-nos para repormos os niveis de combustivel, com uma bela dose de bacalhau à Brás, com todos os complementos a que tinhamos direito, pelo que saimos de lá que nem uns abades, sem vontade nenhuma de pedalar tal era a moleza e tal era o calor cá fora. Mas havia uma tarefa a cumprir, pelo que ala á estrada!

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

Serpenteando pelo flanco da serra, quase sempre a subir, lá fomos vencendo os quilómetros rumo a Lavacolhos, uma aldeia bem conhecida pelos seus invulgares bombos. Bem mas aqui o que nos interessava eram as 3 caches que lá habitavam - Estágios: Lavacolhos, Montes e Vales e Albert Einstein. As duas primeiras foi fácil dar com elas permitindo um passeio bem bonito pelos caminhos rurais em redor da aldeia.

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

Mas a última cache quase que ditava uma desistência. Como era um enigma primeiro tivemos que resolver o dito e depois já com as coordenadas na mão é que nos pusemos a cachar. Mas as c*bronas das coordenadas que estavam erradas!... Primeiro fizemos uma picada valente por duas vezes e depois andamos literalmente no meio do mato a apanhar gambuzinos, mas nada de aparecer a dita cuja. O que nos valeu foi a ajuda de um amigo geocacher que lá nos elucidou via telélé o engano e lá demos com ela junto à área de lazer de Lavacolhos. Magana!

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

Desenganem-se se pensam que a coluna de fumo era dos nossos cérebros a arder! Era mesmo um incendio no meio da floresta, bem perto de nós que deu direito a helicóptero e tudo.
.
Bem estava conquistada a primeira parte da aventura, que se pautou por quase 60 km e uns expressivos 1500 m de acumulado, nada de estranhar face ás serranias que visitamos. Malta do GR22... têm muito que pedalar serra acima! Eheheheheh

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

Ora depois de carregarmos as nossas burras no cachemobile e de matarmos a sede com um par de fresquinhas, viramos então os azimutes para as 3 caches urbanas do Fundão- Estagio: Moagem, Turismo e Aventura e Fundão.

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

Embora as caches urbanas apresentem menor dificuldade em termos de terreno, são sempre um maior desafio para o geocacher, pois a presença de pessoas estranhas pode dificultar a retirada da cache e a execução do respectivo log. Mas com alguma manha, "chaves que caem no chao", "apertar o atacador", lá se vai fazendo sempre sem grandes pressas. E no final do dia demos por concluida a nossa tarefa, com 8 caches no "bolso", um bom treino de subidas em bike e especatuclares paisagens e momentos de convivio. Mais uma vez afirmo - "BTT e geocaching casam muito bem!"
.
Fiquem bem e até á próxima aventura - GR 22 by JValente.
.
FMike :-)
.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Estrela 2009 - Uma subida... 4 Experiências!

Isto de reunir 4 testemunhos (BTTHAL) de um únicao evento... tem lá que se lhe diga e claro… leva tempo… eheheh! Batemos portanto mais um record "Post mais atrasado de Sempre"! Ehehehe! Mas…vamos ao que interessa amigos!!!!
.
.
Foto-Reportagem by JValente

Mais um ano… mais uma mítica Rota da Estrela!
.
Este ano, coube-me o comando na organização da Rota da Estrela 2009! Atendendo a que numa estratégia vencedora não se deve mexer… optei por manter as mesmas linhas orientadoras do ano passado. Com a devida antecedência efectuei reserva na Pousada de Juventude das Penhas da Saúde para os elementos que desde início se manifestaram interessados! Eventos como este nunca é bom terem muita gente… afim de facilitar a organização e respectivo sucesso do evento! Assim enderecei convites pessoais aos mais chegados de maneira a perfazer um grupo “catita”! Obrigado a todos os que aceitaram o convite e vieram partilhar este dia connosco!


Ainda de madrugada, saíram 5 bravos da cidade albicastrense à conquista do topo, munidos das suas leves asfálticas com as pesadas desmultiplicações. Fernando Micaelo, António Cabaço, Nuno Eusébio, Álvaro e Silvério. Já mais adiantados na hora (9horas) saímos do parque de estacionamento do Pingo Doce/ Mc Donald’s da Covilhã, os homens das bikes pesadas (BTT) com desmultiplicações mais leves… João Afonso, Carlos Sales, Joaquim Cabarrão, João Valente (eu), Hugo Caldeira, Paulo João, Paulo Alves e Carlos Lozoya....!


O ano transacto foi a primeira edição da Rota da Estrela… uma estreia na subida ao mais alto ponto de Portugal Continental! Este ano, na segunda edição já sabia com o que contava… e quer queiramos quer não… ir para piso conhecido é sempre… uma vantgem!!


Assim, decidi concentrar-me e não oscilar muito, quer em termos de variações de ritmo, quer em termos de variações de frequência cardíaca! Depressa verifiquei que para manter este equilíbrio iria fazer a subida praticamente sozinho, ou eventualmente arranjar um companheiro com características semelhantes de pedalada! Saí da Covilhã com o João Afonso e o Carlos Sales como companhia mantendo-os até à zona de primeira paragem no Miradouro da Varanda dos Carqueijais onde aliviamos a pressão próstatica do selim das bikes, comemos alguma coisa e sacámos umas fotografias para a posteridade!


Prosseguimos serra acima com as temperaturas bastante acima da média, onde cheguei mesmo a ter calor… no entanto com o avançar da altimetria as mangas cardadas do jersey souberam-me muito bem!!! Na zona próxima ao velho e abandonado Sanatório o Carlos Sales decidiu abrandar um pouco o ritmo deixando-me sozinho com o João Afonso… que me acompanhou até à conquista da Torre. Grande subida com melhor companhia. Obrigado João Afonso!


Fizemos uma segunda paragem na zona da Santa… para novo alívio e trincar umas bolachitas gentilmente oferecidas pela esposa do João Afonso. Já próximos do topo, as temperaturas eram já típicas do relevo serrano ainda a conservar áreas grandes de alva neve!


Aquela sensação de conquista… que todos vós provavelmente sentiram… assolou-me enquanto circundava a rotunda do topo… faz arrepiar o espírito e a alma, faz-nos sentir bem connosco próprios… faz-nos agradecer a Alguém Superior pela possibilidade que nos dá de vivenciar estas emoções… é óptimo respirar este sentimento!


Ao invés de descer vertiginosamente até às Penhas da Saúde (como fiz o ano passado)… vim a dar gás no travão e apreciar a paisagem rochosa, pintada com cores primaveris aqui e acolá, podendo captar alguns registos fotográficos que não tirei durante a subida. Soberba… esta nossa Serra e aqui tão perto de nós!


Já na Pousada das Penhas foi tempo de confraternização com as nossas famílias que nos acompanham e aturam este nosso saudável hobbie durante um almoço convívio que entrou pela tarde dentro! Enfim… o culminar de mais um evento que certamente ficará retido na nossa memória e redigido nos nossos blog’s.


Até para o ano na III Rota da Estrela 2010. Conto convosco… novamente!
.
.
Foto-Reportagem by CLI (Carlos Ibanez Lozoya)

Hoy recibí un e-mail de João sugiriéndome que diese mi particular y surrealista punto de vista de nuestra última locura sobre dos ruedas. Veré lo que me sale, ya que últimamente mi neurona está más ocupada en labores más hogareñas como cambiar pañales, preparar biberones, noches en vela y la elaboración del Diccionario “Llanto de Carlitos-Español: sepa lo que quiere un bebé de 1 mes en sólo 4 lecciones”… así que allá va:

El día comenzó allá por las tres de la madrugada, tras el último cambio de “fralda” siguiente a la mama de las dos y media, mientras miraba con mucho recelo a la predicción del tiempo: lluvia, granizo, temperaturas polares…. ¡Vaya, me voy a pillar una gripe del cop..n!, así que comencé a meter en la camelback el impermeable, el cortavientos, los calcetos que Paulo me compró por internet, un bidón de agua, cuatro barritas, un bocata de chorizo del pueblo (nuca se sabe cuándo puede llegar “la pájara”), papel higiénico, crema para el culito…. Y claro, no podía cerrar y mucho menos cargarla sobre los hombros, así que tras realizar varios triages, ya eran las cuatro de la mañana cuando volvía a la cama. ¡A ver quién era el guapo que era capaz de aparecer a las 7 de la madrugada en el café del Modelo! Así que volví a la piltra y me dormí… hasta las 8 y cuarto.
.
Salí corriendo y me fui. Esta vez mi Santa no me regañó por mi nueva locura (bueno, quizá tuvo algo que ver que no la di la oportunidad de despedirme…) Fue por eso que tuve que literalmente “volar” con el coche a ver si llegaba a Covilhã donde el grupo de intrépidos ya estaba calentando motores. Yo todavía confiaba en esperar a los Hombretones que habían salido de CB City y meterme un bollycao entre pecho y espalda, pero no coló: salimos antes de que llegaran (por fin, pensé: “esta vez no seré el último”. Qué engañado estaba… pero no adelantemos acontecimientos). Esta vez perdí el contacto con el grupo de cabeza antes de llegar a la Facultad de Medicina, quedándonos a la cola Paulo João, Paulo Alves , Hugo Caldeira y yo. Poco después de pasar la Cámara Municipal, tuve deseos de desviarme hacia el cementerio, para descansar definitivamente, visto que una señora con un “andarilho” no se dejaba adelantar por mí.. ¡y además me sacaba ventaja!, pero otra con un perrillo lo achuchó hacia mí al grito de “¡fuera bicis del cementerio, gamberros!”, así que no tuve más remedio que continuar hacia mi particular “Techo del Mundo” en compañía de los dos Paulos, visto que Hugo despareció en la lontananza.
.
Finalmente, Paulo João demarró lentamente para convertirse primero en un objeto lejano y después en un puntito allá a lo lejos. Paulo y yo paramos un poco antes de un refugio de Scouts, donde por cierto, debían estar asando chuletas, visto el cartel de “riesgo alto de incendio”. Por allí pasó el Sr. Cabaço levantando humo del asfalto y casi arrastrándonos con el vacío que dejaba tras de sí mientras subía sin frenos. Algo después, cerca del camping, fue Fernando el que nos adelantó diciéndonos algo así como “Bye-Bye, Boys, see you later ” o algo así entendí, tal era la velocidad que desarrollaba en su carbono de ruta. Ya sin estrés, visto que éramos finalmente los últimos, allá continuamos Paulo y yo, charlando acerca de lo divino y de lo humano (bueno, a veces era algo difícil dadas las rampas del 10%), hasta que paramos otra vez en el Sanatorio, donde parece que interrumpimos ciertos arrumacos que una pareja ya entrada en años se prodigaba en su coche de adolescente. “¿Pasa algo?”, les dijimos, a lo que nos respondieron que había “algo” que se había calentado en el coche, pero no entendí si era un problema del motor o de la “palanca de cambios”. No obstante, muy educadamente, visto que estábamos de más, decidimos retirarnos prudentemente, continuando nuestra marcha. Aquello parecía que iba muy bien, estábamos frescos como lechugas, sin dolores musculares, apenas en “aquella parte donde la espalda pierde su honesto nombre” (creo que pasaré algunos días sin sentarme correctamente) y casi en Penhas da Saúde.
.
Continuamos un poco más arriba, haciéndonos los fuertes delante de las Marías (Bárbara, Céu y Sónia), hasta que decidimos dar por terminado el paseo a las 11.15 horas con una bonita foto. Un cafelín y hacia abajo a toda velocidad (media de 41 Kms/h y máxima de 65: somos unos “hachas”, casi unos Frikibikers). Después: ya lo sabéis, comida rica y la familia a nuestro lado: qué más se puede pedir. Para el año que viene, ya hemos quedado Paulo y yo en subir un par de curvas más, y así sucesivamente. Quién sabe si mi hijo me acompañará en el último giro hasta Torre: mi “Himalaya particular”.

Un abrazo
Nos vemos en los “trilhos”.
CLI
.
.

Foto-Reportagem by Paulo João

Olá a todos. O dia começou com a reposição de cafeína habitual na padaria do Montalvão pelas 7h10 após o que rumamos com destino à Covilhã. Tirada a foto de grupo iniciou-se a subida à torre pelas 9h00. Para não desprestigiar o nome da instituição “Freakie Bikers Team” PJFA, CLI e eu próprio iniciamos a subida na cauda do pelotão… Como já afirmei antes, é o nosso ponto fraco e é o que nos impede de almejar chegar ao final na companhia dos primeiros… E continuamos juntos em ameno convívio serra acima.

Nesta minha primeira aventura pela Serra decobri por experiência própria que o segredo para uma subida bem conseguida é conseguir encontrar o nosso próprio ritmo por forma a que nos sintamos confortáveis o mais possível apesar das agruras causadas pelo desnível do terreno.

Dei comigo isolado ao chegar às Penhas da Saúde… objectivo inicial da subida alcançado. Tinhamos definido como objectivo principal para esta aventura chegar até aqui. Olhei para as horas eram, sensivelmente 11h e dei comigo a pensar… já que aqui estás porque não sobes o resto? Não terás muitas oportunidades de o fazer… E se bem o pensei melhor o fiz e dei comigo numa aventura a solo rumo à Torre.

A sensação de pedalar nesse ambiente é assombrosa deu-me a perfeita noção do quão insignificantes somos… Foi uma experiência quase mágica sentir os cheiros das flores que nesta altura desabrocham… Ver aquela paisagem majestosa que é fantástica de carro mas assim de bicicleta… assume uma outra dimensão… Era só eu e a Serra...

A subida não foi fácil… nunca é… Para subir a Serra é preciso na minha opinião entrega e espírito de sacrifício… E querer muito chegar a topo. A cerca de 7Km da torre cruzei-me com alguns companheiros que estavam e efectuar a descida que me deram alento para continuar. Cheguei ao topo cerca das 12h30 com a com a satisfação de ter conseguido cumprir o que me tinha proposto.
Foi uma vitória pessoal...
A descida foi vertiginosa até à pousada das Penhas da Saúde onde cheguei um pouco antes das 1h e onde finalmente tomei um banhinho quente e almocei em confraternização com familiares e amigos. Adorei a experiência. Parabéns à organização. Se houver nova aventura para o ano podem contar com a minha presença...
.
.
Foto-Reportagem by FMike

Bem… Já repararam? Mais um ano se passou! É verdade…

Foram muitos os dias passados nos trilhos, os quilómetros que rolaram debaixo dos pneus das nossas amadas gingas, muitos os momentos de confraternização com amigos das duas rodas, desde que em Abril do transacto ano levamos a cabo a nossa maior proeza enquanto grupo de aficionados amadores – organizar e levar a bom porto a Subida à Serra da Estrela em bicicleta.
.
Há 12 meses atrás eram muitas as expectativas, as incertezas, as dúvidas… Iria correr tudo bem? Iríamos conseguir trepar aquele “calhau”? Iríamos reforçar os nossos laços de amizade e companheirismo?

Hoje, Maio de 2009 e quase uma semana depois do Estrela 2009 II Edição, já sabemos que a aposta foi ganha. Mais uma vez correu tudo bem, mais uma vez subimos até onde nos apeteceu e mais uma vez passamos um bom bocado a testar os nossos limites e a reforçar laços.

A quem subiu lá acima e a quem tentou só lhes posso dar os meus parabéns por terem embarcado connosco em mais esta saudável loucura… A quem disse Pronto! e alegrou os demais com a sua comparência só lhe tenho a dar o meu muito obrigado pela sua presença e que pró ano voltem a pedalar connosco… A quem ficou com um certo gostinho na boca por não ter podido ir, que fiquem atentos, porque pró ano TEMOS que repetir, e claro podem sempre juntar-se a nós.

Os meus amigos redactores deste blog BTTHAL já praticamente disseram tudo. Eu pouco mais posso acrescentar. Embora a minha aventura tenha sido um bocadinho mais longa, não é por isso maior ou diferente. Pedalei por gosto e com gosto, embora este ano com outras condições – melhor meteorologia, melhor preparação, melhor ginga. Mas desenganem-se os que ainda têm dúvidas em nos acompanhar. A maior força para levar a cabo esta aventura não está nestes parâmetros puramente físicos e materiais. Podemos ter a melhor bike do mundo ou o melhor de todos os treinadores, mas se no nosso psicológico disser que “não consigo!”, pois… será mesmo difícil lá chegar. Se pelo contrário tornarmos o desafio em energia positiva, aí meus amigos, “nem que a vaca tussa” mas o “calhau” será transposto! E mais uma vez foi! E muitos dos que se atreveram, alguns dos quais pela primeira vez, gostaram da sensação de lá chegarem acima, ao topo de Portugal! Eu por mim mais uma vez adorei e como já disse aqui o ano passado, esta subida à Estrela e a ida a Fátima irão ser duas aventuras que teimosamente tentarei levar a cabo até “que as pernas me doam”.


sexta-feira, 22 de maio de 2009

GR22 - Grande Rota das Aldeias Históricas

A Aventura está prestes a começar...
E que Aventura!
Clika na imagem...