sábado, 2 de maio de 2009

Georide de... SS!

Boas a todos!
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A recente publicação de uma Multi-Cache no Vale da Torre (GC1QK2G) ditou logo que seria mais uma geocachada para contabilizarmos a bordo das nossas bikes-mobiles, logo que tivessemos um bocadinho livre para irmos até lá.

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A semana foi fértil em dias de trabalho, relegando um bocado para segundo plano as bikes. Mas o dia 1 de Maio, devotado ás comemorações do Dia do Trabalhador acenava-nos como um excelente dia para irmos trabalhar... as perninhas!

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Os dias anteriores plenos de vento e alguma instabilidade atmosférica quase que deitavam por terra os nossos itentos, mas o sol radioso que me encheu a janela logo pelas 7 da matina, fizeram-me dar um salto da cama e mandar um SMS ao João para que vestisse o "fato da música" pois havia luz verde do S. Pedro para pegarmos nas bikes.

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Oportunamente tinhamos decidido, face á fraca altimetria dos trilhos daquelas bandas, levar as SS, no meu caso para continuar a dar velocidade ás pernas "batedoras de ovos" e no caso do João para fazer a estreia absoluta da sua SS Tribal. Ás 8 horas estavamos já na rotunda do Modelo, onde nos encontramos com os amigos Nuno Maia e Filipe, que iam dar umas pedaladas de asfáltica. Depois de dois dedos de conversa, lá seguimos cada grupo para seu lado, pois os objectivos de hoje eram diferentes.

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Soberbamente "montados" nos nossos dois "frigorificos" SS, eu e o João Valente depressa chegamos á Lardosa, sempre com alguns momentos digitais pelo caminho, pois as nossas "bébés" ainda têm poucas fotos no portfolio. Aproveitamos então para desgustarmos um cafézito no "Tá-se Bem", depois de termos sido bem "chocalhados" na calçada precedente. Isto da suspensão (ou falta dela) nota-se!... Eheheheheh

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Da Lardosa ao Vale da Torre foi um instantinho onde chegamos já com os azimutes virados ao primeiro ponto da cache, a placa inaugural da Associação, local habitual de paragem nas nossas voltinhas por aquelas bandas.

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Recolhida a informação premente, seguimos logo ali pró lado, no adro da igreja, onde uma singela data esculpida no granito, nos dava o resto da iformação para procedermos ás habituais contas das gaitinhas, para obtermos as coordenadas finais onde se escondia o "tesourinho" almejado.

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Sem surpresa, pois já sabiamos pela página da cache, lá seguimos viagem em direcção a uma fonte antiga muito bem recuperada, com a qual já tinhamos travado conhecimento noutras ocasiões bttistas e que por aqueles lados é conhecida por Fontanhão ou Fonte dos Namorados.

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Ai chegados ainda tentamos sacar a cache sem o recurso ao GPS mas a magana estava bem escondida, pelo só com o Garmin a apontar para o ponto zero, é que conseguimos dar com ela, de tão disfarçada e camuflada que estava.

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Terminada a cachada eram horas de lanchar a habitual sandocha, pois isto de andar a bater ovos abre o apetite comó caraças!... Houve ainda tempo para mais umas fotos artisticas das nossas "meninas" quando o impensável acontece!

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Desgraça, desgraça... Ao tentar uma foto mais conseguida o JValente conseguiu o feito inédito e que eu saiba nunca antes realizado de deixar cair a sua alva SS em cima de uma mó de granito, ditando desde logo uma série de mazelas bem fundas na pintura da SS Tribal, tudo isto na primeira saida, a estrear... É preciso azar...

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Conta quem viu que os olhos ainda se marejaram de lágrimas... De nada valeu oferecer-me para me espojar no meio do pó com a minha SS... O JV disse que nem assim se iria sentir melhor... deixa lá companheiro... uns novos tócolantes e isso fica como novo!

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O regresso fez-se por algumas alternativas aos trilhos habituais e quando entramos na EN 18, na zona das minas tivemos mais um encontro com um companheiro e amigo, o Agnelo, que ia igualmente na sua asfáltica dar umas pedaladas até à Soalheira.

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A chegada ás Docas para arrefecermos os radiadores com umas imperiais fez-se perto das 12 horas, com 60 km andados, a uma boa média superior a 20 km/h a que não estará alheia a fraca altimetria do percurso (500m). Mais uma bonita cachada com recurso ás nossas amadas bikes!

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Fiquem bem e apreciem as fotos!
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FMike :-)

quinta-feira, 30 de abril de 2009

1º Passeio BTT Terras de Xisto – Almaceda

O Clube PT Castelo Branco, que nós bem conhecemos ao ser representado na pessoa dos ilustres membros - Pedro Antunes e Álvaro, vai, em colaboração com a empresa turistica Vila Fraga (www.vilafraga.pt) e a Junta de Freguesia de Almaceda realizar o "1º Passeio BTT Terras de Xisto – Almaceda" no dia 6 de Junho de 2009.

O percurso é constítuido por dois trajectos, um de 60Km de dificuldade média/alta com uma altimetria de aproximadamente 1500mts, e outro de 35Km de dificuldade média/baixa com uma altimetria de aproximadamente 550mts. A nível técnico é acessível com um single track espectacular e várias travessias de ribeiras, podendo ainda no de 60Km observarem-se os Geradores Éolicos de cima para baixo.



Este 1º Passeio vai decorrer em caminhos rurais e trilhos da região de Almaceda, em plena Serra da Gardunha. O passeio tem inicio em Almaceda onde se pode contemplar o seu jardim ribeirinho e praia fluvial, seguindo-se depois para a Aldeia de Xisto de Martim Branco sempre ao longo da Ribeira D´Eiras e onde se podem observar algumas quedas de água, a flora predominantemente constituida pelo pinheiro-bravo e a rica fauna onde aves como a Águia-de-asa-redonda, o picanço-barreteiro, a gralha-preta, o melro, o gaio, a alvéola-cinzenta, os chapins, a estrelinha real – a ave mais pequena da Europa – o pisco-de-peito-ruivo podem ser avistados.

O passeio percorre ainda as aldeias de Padrão, Valbom, Rochas de Baixo, Paiágua, Ingrenal, Ribeira D´Eiras e Rochas de Cima, destacando-se a deslumbrante paisagem que o ponto mais alto da Serra da Gardunha, nesta zona, proporciona.

BTTHAL, reconhecidamente apreciadora das belas paisagens e do contacto previligiado com a natureza, irá estar presente em mais este espectacular evento beirão. A não perder.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Uma Espécie de Bicicleta... SS Tribal!

Simples, singela, singular, sentimental!!!! É tudo uma questão de pura simplicidade… em duas rodas, claro está!!! É a filosofia SS! Falamos de Single Speed’s… bicicletas na sua vertente mais rudimentar… sem mudanças, sem suspensões… simples, singelas, singulares… sentimentais!!!
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Já há algum tempo que o bichinho mexia dentro de mim!!! Portais, sites, blog’s e afins alusivos a esta vertente! Experiência de alguns camaradas do pedal!... E o bichinho crescia…colocavam-se interrogações! Como será? Porquê? Será que? E se….!!!! Sim… foi esta a pergunta fulcral…. E se eu montasse uma Single Speed… a minha SS???


Como em tudo… foi uma questão de tempo (algum tempo), disposição, paciência (ainda bastante), umas pesquisas no intuito do “low cost”, uns ajustes em materiais já usados, alguns eurónios em peças necessárias… e voilá… a SS haveria de nascer! E nasceu!!!


Tudo começou com um quadro em cromaly… velho, acabado, condendado ao completo abandono numa garagem! Material… que para o comum dos mortais… seria lixo puro e aos meus olhos… era o ideal… era mesmo o início da minha Single Speed! Deitei-lhe a mão… e algumas horas de trabalho… o trabalho árduo da decapagem e lixagem… algo que me fez recordar a bonita Peugeot Terrot que guardo com estima na minha garagem… a bicicleta do meu avô!! Mais uma vez me agarrei ao lema… o que mais luta dá… mais valia tem!


Pintura… alva! Branca… pura! Um frigorífico autêntico! Mais uma bike branquinha no seio BTTHAL! Eehehehe!!!! Daqui em diante foi como montar um puzzle… peça a peça! Umas usadas e já guardadas em caixotes, outras adquiridas tendo em vista um modelo idealizado mentalmente! Valeram alguns amigos neste processo… Dicas, ajudas, opiniões… tudo foi ajuda! Quem não sabe é como quem não vê! A todos eles o meu obrigado!!!


Segue-se a lista de componentes utilizados na montagem da SS “Tribal”:

- Quadro em Cromaly nº18;
- Espigão de Selim em Alumínio UNO Ultralite 25mm x 280mm;
- Selim Bontrager Race Lux Basic;
- Aperto de Espigão PRO
- Rodas Frente e Trás - Rodi Vision V-Brakes;
- Pneus Frente e Trás - Schwalbe Nobby Nic 2.1;
- Guiador semi-elevado em Alumínio Force-X;
- Punhos Fizzbikes;
- Ciclómetro BBB
- Suporte de Bidão BBB
- Travões Frente e Trás - Shimano Deore V-Brake;
- Kit Single Speed - Gusset 16D e 18D;
- Corrente SRAM PC7X Nickel;
- Prato 32D Fizzbikes;
- Cranks e Pedais - Shimano;


O toque final… seria a personalização! Nuno Dias com a sua mestria na arte gráfica deu a mãozinha necessária!! Sim… porque isto de Single Speed’s tem de ter alma, espírito… e foi neste sentido que a minha SS foi baptizada! SS Tribal… tribalista! Tribo… conjunto de famílias que provêm de um tronco comum, onde a arte de pedalar será a autoridade máxima… o pedalar apenas com uma simples mudança será uma tribo dentro de uma família!!!! A minha SS… A Tribal configura exactamente essa hierarquia! Foi esse modelo que eu idealizei… foi esse modelo que eu concebi! SS… A Tribal!
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Bem sei que pedalar neste brinquedo não vai ser “coisa” para meninos de coro! A procura do shifter de mudança vai ser constante, a sensação de experimentar as rugosidade toda do terreno vai ser adoravelmente torturante, a relação 34-18 vai esgotar os gémeos, glúteos, os tibiais, femurais…. todos, todinhos os músculos das pernas!!!! SS… vai ser single (S) speed (S) …. Vai ser só (S) sofrer (S)… ou talvez não!!!


Um apelo à malta das bikes simplistas cá do burgo! Já somos alguns… perto da dezena, talvez! A ideia do blog SS, a ideia da voltinha mensal, a ideia de fazer umas brincadeiras deste género avança ou fica fechada no baú!!?!?!? Manifestem-se!!!

Fiquem Bem…
Vemo-nos nos Trilhos!

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Na Senda do Xisto-Caching!

Já andava (quase) esquecido das lides tranquilas em BTT em associação ao geocaching! Quase duas semana de chuva, depois a III Maratona de Alcains a obrigar a uns treinos desprovidos de máquina digital, depois trabalho qb... e não se orientava aquela oportunidade para pegar na bike, fazer uns trabalhos de casa e... ir pedalo-cachar!!!


Esse dia.. finalmente chegou! Soalheiro, temperado com a Primavera em força a ajudar à plenitude! Companhia... FMike, claro está, colega e amigo de muitas actividades!!!


8:00 e depois de uma boa dose de cafeína... pegámos nas TrekBikes... e fizemo-nos à estrada. Objectivos do dia: Aldeia de Xisto de Martim Branco e Salgueiro do Campo... duas multicaches que pareciam ter alguns índices de dificuldades associados!!! Mais um teste à nossa perspicácia de geocacher’s!


Martim Branco é uma aldeia de pequena dimensão situada entre penedias de xisto e de quartzo, que não possui qualquer património construído do tipo religioso ou cultural. Apresenta-se como um aglomerado rural onde construções destinadas a habitação, palheiros, fornos comunitários e açudes, se destacam pela sua arquitectura de traçado modesto e com uma particularidade interessante: o facto de nos materiais utilizados predominar, sem adulterações na maioria dos casos, o xisto e a taipa.


Os valores patrimoniais naturais de Martim Branco assumem particular relevância na pitoresca e sinuosa ribeira de Almaceda, onde se acolhem moinhos venerandos que tanto centeio e milho moeram para o “pão-nosso de cada dia”. Ao longo da ribeira abundam essências florestais comuns em quase toda a Beira Baixa: o pinheiro, o sobreiro, a azinheira e a oliveira, esta última cobrindo os vales mais férteis que rodeiam Martim Branco. Os terrenos não cultivados cobrem-se de matos característicos da região: a carqueja, o rosmaninho, o tojo, e a giesta. A fauna é variada: se escutarmos e olharmos com atenção podemos ser presenteados com visões de rara beleza de uma raposa, um coelho ou lebre, perdiz, tordo, tentilhão, pintassilgo, codorniz, cuco ou cotovia. Há sempre um recanto que nos encanta neste espaço entregue à natureza.


E que bem sabe um pouco de informação acerca destes bonitos lugares da nossa beira e aqui tão pertinho!!!! No que diz respeito à multi-cache! O ponto inicial situava-se no Núcleo de Trabalhos e Ofícios de Martim Branco, paredes meias com a Loja do Xisto! A cache inicial ainda deu luta pois o GPS não estava a querer colaborar devidamente... mas as coordenadas renderam-se à mestria e manha do colega FMike que soltou um sorriso tipicamente cachiano quando a encontrou "Ahhh estavas aqui magana!!!"


Não perdemos tempo e seguimos para a zona da cache final... que também já conhecíamos das lides bttistas. Ficámos bastante surpresos com o desabamento do telhado de um dos núcleos moageiros do local... e por momentos colocámos em hipótese a inviabilidade de aceder à cache final... mas os owners da cache certamente tiveram isso em conta e lá a colocaram num lugar mais seguro! É pena estas estruturas estarem bastante degradadas...caso estivessem recuperadas à semelhança das casas da aldeia... certamente este seria mais um local idílico ali mesmo com a ribeira de Almaceda a dar um mote ao relax e contemplação do natural!


Nós... aproveitámos as margens da ribeira para reposição de níveis nutritivos... pois o Salgueiro do Campo ainda distava mais de uma dezena de km's e alguns deles bem a subir! Uffffff!


Com o ânimo cheio pela conquista da multi-cache de Martim Branco e com os horários em nosso favor viemos em talega até à localidade de Salgueiro do Campo... mais uma multi-cache e com algumas contas pelo meio a puxar pelo intelectual!!


Depois de captados os dados... foi tempo de pegar na calculadora e fazer contas! Autêntica equações matemáticas para depois... e à semlhança de alguns geocacher's irmos visitar as hortas vizinhas e completamente alheias ao geocaching…!! É claro que isto deu vontade de rir às gargalhadas! Provavelmente mais pessoas ali estiveram a ver pelo terreno bem pisado!!!


Retomamos a afamada Rua do Rossio onde se encontravam os pontos iniciais e agora com olhos de ver... cá está a gafe, o erro, o engano, a incorrecção!!! Voltámos às lides matemáticas e.... agora sim... tem lógica!


É claro que no local final... não foi "da cá essa palha"... mas a perícia lá fez com que o caixotinho aparecesse! Feitos os log's e mais um pequeno abastecimento de vitaminas... era tempo de rumar à capital do distrito... Castelo Branco!


Pedalámos contentes pelos objectivos plenamente cumpridos, pela boa manhã desportiva em cima das bikes, pela boa companhia, e até brindámos (já nas docas) à saúde de um geocacher e fututo companheiro de bikes... o Eduardo... que já completa 7 Primaveras (Herdeiro do FMike)! Parabéns Duda!

Amigos
Fiquem Bem…
Vemo-nos nos Trilhos!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Crónica de una pájara anunciada... O Rescaldo by CLI

Para comenzar, conviene definir el concepto “pájara”, tan conocida en el ciclismo español, siendo una de las más famosas la pájara (o pajarón) de Pedro Delgado (nuestro Perico para todos los segovianos de adopción) en una contrarreloj del Tour de Francia hace más de 20 años, o qué decir de aquella que ataco al gran Miguelón Induráin, ganador de 6 Tours de Francia , 2 Giros de Italia, 2 medallas olímpicas y otras dos en los campeonatos del Mundo, mientras subia el terrible Mortirolo en los Alpes Dolomitas…

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Pájara significa “falta de fuerzas con ganas de dormir una siesta a las 10 de la mañana y pedir veneno o un tiro en la sien, cual animal moribundo para acabar con el sufrimiento innecesario”. Pues bien si estos ilustres ciclistas, ídolos de mi infancia y juventud “gozaron” del privilegio de una buena pájara en carrera, ¿por qué iba ser yo menos que ellos y “disfrutar” del enorme placer de un Señora Pájara, digna de un Campeonato Mundial? Pues sí amigos, eso fue lo que sucedió aquel aciago día (18 de Abril).

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El origen del problema tenemos que buscarlo la noche anterior, que no pintaba nada bien: 3 ó 4 visitas apresuradas al Sr. Roca hasta bien entrada la madrugada, fruto de no sé qué comida o “petisco” sospechoso en “algún lugar de cuyo nombre no quiero acordarme…”, parafraseando a Cervantes. En fin que estaba hecho unos zorros (feito uma m…) cuando llegó la hora de salir hacia Alcains, tarde, con frio, lloviendo, con el desayuno en ese lugar que ni se queda en la boca ni llega al estómago, pero que “jode de coj…” (é muito chato)… ¿qué más podía pasar? Murphy dijo hace años que cuando las cosas van mal, siempre pueden ir peor y mi Alzheimer hizo de las suyas: me olvidé el bidón del agua y aunque llevaba mi “GPS”, el cuenta-Kms decidió tomar el día libre, visto que la “pilha” acabó por fenecer en aquel momento… bien empezamos Carlos, me dije.

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Menos mal que encontré a Fidalgo, que siempre acaba por ver el lado positivo y agradable de la vida (gracias amigo), además de aquellos deliciosos pasteles de nata que tan poco tiempo disfruté. Ya en la salida, vi a João y a Fernando, dispuestos a conquistar un lugar en la gloria, bien situados allá en segunda línea. Como ese día decidí que mi puesto iba a estar más cerca de la “carrinha vassoura” que de las chicas del Red Bull, enfilé camino hacia detrás (dicho sea de paso que Marino Lejarreta, otro ilustre del pelotón decía que el mejor sitio de la carrera era la cola del pelotón: el sabría por qué), donde estaban Paulo João, PJFA, Benjamim, Alziro y P. Bacalhau (Paquete Boys Team).

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Aquello empezó, la cabeza del pelotón corría como alma que lleva el diablo, lejos de mí, y es que como dice Paulo: “nuestro punto flaco es la salida: por eso acabamos donde acabamos”. Poco antes de Soalheira comenzó la tragedia: dolor de estómago, flojera en las piernas y primer vómito, que se repetiría en dos ocasiones más cada vez que aparecía una de aquellas subidas horrorosas, que conseguía hacer subido en la bici, pero que acaban con esos nauseabundos flujos estomacales (ay de los pasteles…). Sólo contacté con el grupo PBT (pues rodaba en soledad) en el primer abastecimiento, de características homeopáticas, pues los bocatas parecían comprimidos de Ben-U-Ron, visto el tamaño, menos mal que había “a cascoporro” (com fartura)… Desde allí, la vida cambió: unas risas, unas barritas, el sol salió y las subidas acabaron. El paisaje se llenó de árboles (quizás ya había anteriormente, entre las ovejas, solo que yo no estaba en condiciones de verlo). Descenso hasta Tinalhas y nuevo abastecimiento: ¡aquello parecía un banquete de bodas!: queso, pan, chorizo en una mesa interminable…

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Repuestas las fuerzas, seguimos con mucha más fuerza y moral. Sube, baja y vuelve a subir entre las encinas y baja hasta el río con un single realmente bonito, pero que machacaba las próstatas, visto el gran número de “Manneken Pis” a los lados del camino que estábamos “marcando el territorio”. Esta vez, intenté pasar el río “con dos cojones”… que se mojaron, vamos: que no fue de esta. Subida hasta Caféde y ¡Oh Dios Mío!: otro abastecimiento con chorizo frito, morcilla, febras y… ¡¡¡Un barril de cerveza en barra libre!!! (¡¡¡a 7 Kms del final!!!). Definitivamente, mis plegarias fueron escuchadas y así, ya mucho más relajados, llegamos a la meta, entre los 15 últimos, a 2 horas del primero (nada mal, visto el día).

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Después, baños calientes, duchas frías para nuestras “meninas” y finalmente el punto negro del día: el almuerzo, donde destacaba el arroz en forma y consistencia de bala de cañón pirata, preparado para perforar cualquier nave enemiga. En fin un buen paseo, algo atribulado, pero muy divertido, salvo por el inicio.

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Me gustaría decir que nos vemos en la próxima, y que será muy pronto, pero esto será algo que sólo el tiempo dirá: ahora tendré menos tiempo para la bici, que pasará a un segundo o tercer plano, pero creedme, será por una buena causa. No obstante, siempre que haya algún paseo, VSLSS, cañitas en las docas, etc. Estaré a vuestro lado, aunque no me veáis (a cola de pelotón, por supuesto…): bebeos una caña por mí.

Un abrazo. CLI