domingo, 5 de abril de 2009

Ao Sábado é com os miúdos...

Boas a todos!

Dia de sábado é já por tradição ir pedalar com o pirralho (Duda) cá da casa. Isto não seria noticia e nem daria crónica aqui na blogosfera se não fosse a particularidade de eu voltar às minhas remotas e humildes origens do BTT, no já distante ano de 1995, quando comprei a minha primeira ginga de BTT e encostei as asfálticas que tinha a um canto. Outros tempos agora relembrados... pelos trilhos!

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Como tenho uns diazitos de férias decidi fazer uma manutenção mais a fundo na Trek - pedaleiro, pedais, shifters, links da suspensão, pneus novos, Noflats novo, etc etc... além de continuar a aventura (quase terminada) de montar uma SS.

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Como tal, estava sem ginga para ir para os trilhos... Mas o mais pequeno pedia... "Então pai hoje não vamos pedalar?"

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Nada que não se resolva! Lá me decidi a levar a minha primeira ginga de BTT, que ultimamente utilizo para as deslocações na cidade. Uma Órbita Challenger, Shimano Equipped(!), que teimosamente tenho mantido em estado de "concurso", como uma clássica xpto que já é.

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Quadro FFFF (ferro forjado forte e feio), sem suspensões (ai os meus bracinhos!), travões cantilever (porra que isto não trava!), selim tipo sofá (nem preciso de calções!) e pedais sem encaixes (bons para fazer uns ratés de vez em quando!), lá parti à aventura com o Duda.

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Como o Duda já conhecia bem a zona do SMartinho, Fonte Santa e afins, a escolha de hoje recaiu nos trilhos conhecidos na bonita zona da Tapada das Figueiras, ali vizinha ao Vale da Pereira, onde fizemos uns bonitos km, numa tarde bem ensolarada e quente, impregnada dos sons, cheiros e cores da Primavera de 2009.

Aqui ficam as fotos.

A segunda parte do post vai já a seguir!




sexta-feira, 3 de abril de 2009

À procura de uma travessia no Mississipi

Boas a todos!

Neste primeiro de Abril estavamos nós algures numa provincia chamada Texas quando decidimos pegar nas nossas éguas de duas patas e ir à procura de uma travessia no Rio Mississipi que desse para ir para o outro lado até uma terra chamada Waters ou inclusive até Spider Village, pois lá para o final do Estio queremos lá ir comer um búfalo assado num acampamento, organizado pelos nossos amigos Filipe e Sales.

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Mal começamos o ride, ali prós lados da Brito Farm surgiram alguns alazões selvagens que ainda meteram cobiça nos viajantes, mas como iamos com pressa deixamo-los á vontade e seguimos a nossa aventura... os indios se quiserem que os apanhem!

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Cavalgando que nem o Lone Ranger e o Rin TinTin, lá fomos palmilhando o chão das estepes, passando por Scalos City onde não paramos pois ainda era cedo para começarmos no whisky, pelo que atalhamos caminho em direcção a Louza City, ai sim onde poderiamos dar água às éguas e refrescarmo-nos um pouco.

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Entrados nesta tipica city fronteiriça dirigimo-nos ao Saloon onde pedimos uns Cimbalinos para compor o estômago, ainda adormecido pela hora matutina. A Madame dona do estabelecimento ainda se propôs assar-nos uma morcela, mas como hoje o destino era outro, recusamos pois nós queriamos era mesmo chegar rápido ao Mississipi.

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Depois de passarmos as Rocky Mountains, cruzamo-nos com algumas manadas de vacas tresmalhadas, que decidimos deixar em paz, pois estavamos sem apetite para tanta carne. Nós queriamos era mesmo chegar ao rio. E ali estava ele bem á nossa frente, no fundo do Freixo Valley. O Pedro, de tal maneira emocionado por chegar tão longe, meteu a pata da égua nuns ferros e quando deu conta estava a comer pó, ainda com o pé preso no estribo. Valeu a égua não disparar a galope, senão o rapaz ficava com o cabedal todo desfeito.

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Com mais de 4 quilómetros de largura e com uma corrente demasiado rápida devido ao degelo da Primavera, decidimos não atravessar o rio, não fosse afogarmos as éguas sem querer. Inclusive a égua do Cabarrão, espertalhona, começou logo a claudicar de uma pata, provavelmente com um prego a furar-lhe a ferradura, para ver se não molhava as patinhas. Levou meia dúzia de marteladas com uma bomba e ficou logo fina. Esperta esta bicha!

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O AC, farto de tanta carne de vaca, ainda tentou apanhar alguns peixes pró almoço, mas era tal a quantidade de piranhas que teve que desistir... fica para a próxima. Mais vale uma vaca a olhar para nós que os dois pezinhos mordidos pelas piranhas!

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Como o dia já ia alto decidimos cavalgar até um rancho próximo, o Black Vaz, que sempre poderia servir de alternativa para a possivel travessia. Mas lá chegados estava completamente abandonado, sem vivalma, só com abutres nas chaminés...

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Assim sendo olha lá partimos até um saloon próximo dali, em S.Gens Bridge, onde costuma haver ladys de saia alta que dançam o can-can e whisky com fartura. Abancamos por ali e ainda deu tempo para fazermos umas jogadas de poker enquanto beberricamos umas garrafas de Jack Daniels. O Pedro fartou-se de refilar com o AC por causa da batota... aqueles 5 ases numa jogada só não é nada normal...

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Já meios grogues era tempo de voltar o Texas, pois as éguas relinchavam com fome. A galope pois a hora era tardia lá seguimos em direcção à Mata Five, onde não entramos, galopando rapidamente até ao nosso rancho, onde chegamos com cerca de 65 milhas percorridas em menos de meio dia. Que ricas éguas agora temos! Quanto á passagem do Mississipi teremos que repetir a travessia um outro dia destes.

Fiquem bem e lembrem-se... Isto foi no primeiro de Abril!

FMike :-)


segunda-feira, 30 de março de 2009

I RAID BTTALBI

Simplesmente fantástico!

Boas a todos! :-)

É assim que classifico este primeiro Raid promovido pelo amigo João Afonso a propósito da comemoração do primeiro aniversário do seu cantinho da blogosfera - BTTALBI. E como alguém disse, fico "chateado" se este foi o primeiro e único. São precisos mais e mais como este ou ainda melhores! Cada vez mais acho que a nossa evolução como apreciadores deste desporto, passa também por estes momentos únicos de lazer entre amigos, deixando para segundo plano alguns passeios que começam a abundar nesta época, e que nem sempre atingem ou propõem atingir os objectivos que deviam - Passeios!? Competição?!

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Mas vamos ao que interessa! Hoje o dia era de festa! Havia um aniversariante que se propunha conduzir a malta por terras do concelho de Castelo Branco e Proença-a-Nova, num misto emblemático e poderoso, capaz de sensações únicas. E que sensações!

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Apesar do convite quase em cima da hora, que provavelmente contribuiu para algumas ausências de peso da malta habitual que costuma pedalar connosco, não deixei de o apreciar, pois do pé para a mão e de uma semana para a outra estava montado um Raid com todos os esse e erres! Como estava mais ou menos livre, nada como uma voltinha XL para nos aconchegar as pernas em dia de domingo. Como o próprio dizia era só mais uma voltinha domingueira. Apesar de tudo e por causa do Geocaching, estive até quase à última da hora sem saber se podia ir, mas lá acabei por ir, ficando o GC para mais tarde.

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A concentração estava marcada para as 8 horas, num local fora do habitual, à porta da empresa onde o nosso amigo JAfonso labuta. Pouco a pouco foi-se juntando um grupo homogéneo para enfrentar os trilhos de além pinhal, enquanto davamos uns saltinhos para aquecer, porque a temperatura externa era mesmo pouco convidativa a estarmos parados. Tantos dias quentinhos e logo hoje começava novamente o sacana do frio a fazer estragos! Comparecemos então o JAfonso, ACabaço, Filipe Salvado, João Caetano, Luis Dias, Nuno Eusébio e eu (FMike) para mais um domingo bttista. Outros companheiros, de biclas em cima dos tejadilhos, passaram por nós, mas o destino deles seria provavelmente a Lousa ou o Estreito, onde havia passeios a decorrer.

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A saida fez-se após o normal interregno a ver se aparecia mais alguém em direcção ás Benquerenças onde fizemos a primeira paragem para o abastecimento cafeinico. Dali saimos em direcção ao Monte Baixo (que a malta baptizou de Benquerenças Velhas) e cuja a história pode lida aqui, uma das primeiras de muitas aldeias abandonadas que o trilho hoje iria proporcionar visitar.

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O azimute virou-se então em direcção aos Calvos, onde a primeira de muitas descidas adrenalinicas deu lugar á primeira de muitas subidas arfantes. O JAfonso a brincar lá disse uma verdade - a subida dos Calvos era uma das mais fáceis... No momento não o entendi mas lá mais para a frente... como o compreendi! Passada então a foz da Liria sobre o Ocreza e o primeiro momento molhado sobre o Ocreza, lá passamos os Calvos virando depois às proximidades da Lomba Chã, Garridas, Bozelha, entrando depois em Sto André das Tojeiras, onde as muitas flores fizeram o gosto das digitais.

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O Monte Gordo era quase ali ao lado e foi aí que começou um dos momentos altos do dia - uns single-tracks espectaculares, por entre veredas, hortas, quintinhas, pinhais e casas de xisto fizeram a ligação, quase exclusiva entre esta localidade e a Nave Salgueira, outra aldeia em risco, onde segundo o JAfonso já só mora um singelo habitante! Coisas da vida... tudo se modifica e em menos de uma geração...

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Tivemos então mais uma adrenalinica descida até à praia fluvial da Couca onde consta que muito "putos" daquela zona aprenderam a nadar. O anfitrião foi um deles. Tempo para mais umas fotos e oportunidade única para provarmos a temperatura da água. Ah pois!... porque aqui não há pontes a atravessar o Alvito que servissem os nossos propósitos bttistas!

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Para entramos então no concelho de Proença-a-Nova havia que passar a ribeira do Alvito para a Cerejeira. O Filipe e o João tentaram atravessar pedalando, mas as lajes grandes e demasiado escorregadias causaram muitas dificuldades na travessia, chegando apenas a bom porto o Filipe. Lá me decidi (eu e mais alguns companheiros) a descalçarmos a meinha já bem cheirosa, proporcionando alguns momentos poluidos para os peixinhos, pois o sulfato de peugo foi bem lavado dos pezinhos, tal era a quantidade e a temperatura da água.... Brrrr! Água corrente mas fria... muito fria!

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Do lado de lá houve então tempo para desgustar os primeiros sólidos do dia, pois a manhã já ia alta, havendo ainda tempo a alguns para se deitarem na erva das margens (eu!) e outros para darem dois tostões de conversa a umas habitantes locais, conhecidas do nosso anfitrião.

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Começava agora o momento mais exigente do dia - a lenta subida da Cova do Alvito até à serra de Dáspera, passando pela Mó. Ainda houve tempo para espreitar a aldeia da Cova, deserta mas bem recuperada, mantendo a traça arquitectónica do xisto. O estradão começa lento a subir mas sempre certinho... Pouco a pouco iamos vendo ao longe a aldeia da Mó, onde já chegamos bem moidos! A Mó faz bem jus ao seu nome... e moi e moi e moi...

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Tempo para mais uns singles, um dos quais sobre uma escarpa bem profunda onde a água corria bem lá no fundo e nova continuação da subida, agora com desnivel mais acentuado, sempre rumo ao cimo da Dáspera. A dado ponto as caracteristicas da subida até ao cimo da serra e já depois da aldeia de Dáspera, fazia-me lembrar a subida da Malcata, onde a seguir a cada curva observavamos um continuo carreirinho rumo ao cimo que parece não acabar nunca! Que subidona! Esta foi mesmo (D) áspera! Mas lá no alto tivemos a primeira das recompensas - a vista!

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Simplesmente fantástica, abarcava um horizonte longinquo, de onde viamos lá bem longe VVRodão, CBranco e mesmo Alcains... Parecia que tinhamos o mundo a nossos pés. Assim se sente a águia do cimo dos seus dominios - A águia que voa, não aquelas águias depenadas que teimam em não serem campeões!...
Só pensava: Xiiii!... Tou tão longe da minha casinha!... Ai ai... Onde é que se apanha o comboio?!.... Eheheheheheheh

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Começamos então uma espectacular descida, que me fez lembrar de alguns companheiros que bem apreciam tais trajectos! Soberba! Mas outra surpresa aguardava-nos! No local de atravessar a estrada da Lisga, esperava-nos a esposa e a filha do JAfonso que num misto de simpatia e bom receber pois brindaram-nos com um bom franguinho assado, enchido, febras, pãozinho fresco, bolos e frutas bem acompanhados de Colas e Sagrespam fresquinhas. Até amêndoas havia! Era meio-dia e nem imaginam o quanto bem soube desgustar aquele opíparo petisco, depois daquela subidona... Excelente! Só tenho a agradecer, e muito, por tal aprumo. Obrigado JA, esposa e filha!

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A hora ia adiantada e os azimutes viravam então para o regresso. Nova descida adrenalinica, bem estampada por uma placa de aviso lá nos confins do mundo. a dar conta das inclinações. O Sesmo brilhava lá longe á nossa espera onde passamos de seguida, já com as antenas no ar para irmos beber cafézinho à Azenha de Cima.

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Seguiu-se o Monte Goula e as Gatas, aparecendo então um dos contratempos dos planeamentos de GPS - perto da outra Azenha o caminho simplesmente desapareceu debaixo da lavrada eucaliptica e tivemos que emendar caminho por outro lado. Nada de grave.

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Logo a seguir tivemos nova surpresa, pois entramos na aldeia da Malhada do Cervo, aldeia esta que foi "adoptada" pelo amigo Luis para seu local de descanso ao fim de semana, reconstruindo ali o seu paraiso previligiado. E que bonito está e que bem recheado também - bolos para quem quis e umas sagres fresquinhas apaladaram a malta para o resto que faltava.

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O passo seguinte foi então a Serrasqueira e claro, não podia deixar de ser, tivemos a bela subida da praia fluvial do Muro para fazermos já em direcção ao Palvarinho. No alto do Palvarinho viramo-nos então para os estradões que nos levaram bem perto de Cafede, entrando na cidade pelo Vale da Pereira, contornado por estrada, despedindo-nos da malta junto à Tapada das Figueiras, por onde seguimos eu, o Filipe e o AC, pois pertencemos à parte norte da cidade e por ali era mais perto o regresso. Os restantes após os cordiais do costume seguiram por estrada.

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A chegada foi um bocadinho mais tardia que o habitual aos Domingos, perfeitamente justificada pela extensão do percurso (100km e mais de 2200 m de acumulado), mas sobretudo pelo carácter lúdico do passeio (foi um verdadeiro passeio!), pela confraternização sem stress que foi estabelecida (fotos, muitas fotos) e sobretudo pelo motivo que invocou tal raid - O I Aniversário BTTALBI.

Ao amigo JAfonso só me resta dar-lhe os parabéns por tudo, pois são bem merecidos e fico-lhe imensamente grato pelo convite endereçado para tal passeio. Assim vale a pena pedalar por esses trilhos fora. Obrigado João!

Fiquem bem e cá vão as fotos!

FMike :-)


quinta-feira, 26 de março de 2009

Relembrando os Trilhos do Pinto Infante - Parte 2

Boas a todos! Flower Power to all!

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O titulo pode parecer erro, mas não é. Será uma repetição? Já vamos ver....

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Era um dia de semana igual a tantos outros não fosse ser dia de dar umas pedaladas ali prós lados da Pires Marques, onde normalmente se junta uma certa malta apreciadora de boas aventuras em duas rodas, pelos bonitos trilhos da região.

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Hoje não seria excepção! Eu (FMike) decidi juntar-me à habitual equipa - AC, Filipe e Carlos Sales, para mais uns quilómetros em cima das gingas. Chegado ao ponto de encontro surgiu o desafio de irmos pedalar na Marateca, para fazermos o percurso do Explendor da Marateca, da autoria do Pinto Infante. Ora como em Dezembro eu fui um dos empalamados que não pode pedalar devido a uma gripalhada que estava renitente em sair, pareceu-me agora ser uma boa ideia irmos até lá. E assim foi.

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A volta não prometia grandes subidas mas alguma distância e como de habitual tanto eu como o Filipe tinhamos compromissos à hora de almoço, pelo que saimos em boa rotação rumo a Alcains pelos roteiros habituais, virando depois para a Lardosa, onde entramos no "Tá-se Bem" para a costumeira dose de cafeina, no meu caso sempre acompanhada das tradicionais sandochasl.

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Mas, surpresa das surpresas! Encostadinho ao balcão, igualmente a desgustar a sua dose de cafeina estava o Pinto Infante em pessoa, preparadinho para ir pedalar para a Gardunha! Ora, ora! Nada como desafiá-lo a acompanhar-nos, pois isto de termos um bom trilho para fazer e podermos ir acompanhados pelo cicerone, é um luxo!

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E lá fomos. Após sairmos da Lardosa atravessamos a lavrada das minas em direcção à Marateca, quando fomos surpreendidos por alguns borregos a pastar, estando um deles fora da aramada. Gerou-se logo ali um "movimento solidário" para o levarmos connosco até ao forno mais próximo, mas o Pinto, denotando sabedoria sobre estas coisas, lá pegou no bicho e o colocou novamente dentro da aramada, junto dos seus "irmãos" e (para já!) a salvo do tacho e da nossa gula crescente.

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Já nas margens da Marateca começou o espectáculo bttista-paisagistico-técnico, em que entre paragens quase que obrigatórias para mais uma bela foto, alguma mestria para conseguirmos vencer os obstáculos que iam surgindo e a boa disposição, o tempo ia passando, quase sem darmos conta. Espectacular! Agora percebo o nome da rota - Explendor da Marateca!

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Na velha nora, ainda fora de água aproveitamos para mais uma bela foto de grupo, memorativa de mais um excelente dia de BTT. Mas o dia avançava e era preciso voltarmos.

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Por novos trilhos (pelo menos para mim) lá embicamos para Tinalhas, onde as famosas dores de joelhos nos atacaram e necessitaram de duas habituais doses de sagrespam para acalmarem. Como de habitual o Pinto Infante lá entabulou uma conversa amistosa com uma idosa que por ali estava, rindo-se a bom rir do inesperado alvo que se tornou das nossas objectivas.

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Dali saimos então já satisfeitos e hidratados, em direcção a Cafede e depois à passagem das rabaças, onde nos despedimos do Pinto Infante, gratos por nos ter proporcionado mais uma excelente oportunidade de conhecermos este Portugal profundo. Como o dia ia avançado, a rotação tornou a ser alta, sempre com o azimute virado para Castelo Branco, onde entramos pelas 13:15 horas, com perto de 80 km bem andados e plenos de boas paisagens que me cabe aqui partilhar.

Fiquem bem!

FMike :-)