terça-feira, 24 de março de 2009

Até à Foz do Pônsul... e voltar!

O programa matinal para hoje, dia 22 de Março já pautava no nosso calendário bttista como um dia grande em cima das bikes! Visita à espectacular Foz do Pônsul…com passagem nos espectaculares singles da Serrasqueira, recentemente percorridos na IV edição dos Trilhos da Açafa! Por certo que todos estávamos conscientes da dureza associada a tal planificação… mas quando queremos muito uma coisa…à que lutar por ela!! E assim foi nesta manhã domingueira!
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Foram 8 os aficionados que pelas 8 horas marcaram presença no “Docas Point”! Álvaro, Pedro Antunes, Abílio Fidalgo, Agnelo Quelhas, Nuno Dias, Jorge Palma, Bruno e eu João Valente. O João Afonso ainda apareceu para cumprimentar a malta com o seu habitual lenço vermelho ao pescoço mas hoje iria virar azimutes ali para os lados da Pires Marques visto ter programado o seu ciclómetro para distâncias de 3 dígitos! Ehehehe!



Com saída de Castelo Branco pelas 8:10, seguimos pela trilharia já conhecida da malta do burgo, passando pelas localidades de Benquerenças, Retaxo, Amarelos, Rodeios, Vale do Homem, Atalaia do Campo… e… pára o baile que temos problemas mecânicos!!! Nuno Dias a subir de forma física de semana para semana foi impedido de continuar a volta de hoje por causa dos casquilhos! Casquilhos empenados, partidos ou amolgados, certo é que a roda traseira dançava que nem uma bailarina colocando a segurança do moço em perigo para além do dito problema se poder tornar ainda mais grave! Decisão conscienciosa ditou o fim do percurso ao Nuno que regressou mais cedo à cidade!



Seguimos caminho com azimutes virados para os singles da Serrasqueira e surpresa das surpresas… começamos a ver grupos pequenos de 2, 3 bttistas em sentido contrário com dorsais em riste nos guiadores! Brilhante!!!! Estávamos mesmo no meio do Passeio Organizado do Tostão… mas em sentido contrário! Ehehehehehe! Cuidadosamente seguimos pela direita até estarmos fora dos trilhos percorridos por esta malta do Tostão!

Já nas imediações da Serrasqueira desfrutamos então daquela bonita trialeira de singles onde de tanta emoção o Jorge Palma sentiu o chão bem de perto! Nada de grave… valeram os tufos de erva macios para amortecer o impacto no solo! A malta que participou na Açafa recordou e vibrou pela segunda vez, os restantes traziam um sorriso nos lábios! Aposto que gostaram! Ehehehe!!



Cruzámos a aldeia da Serrasqueira e ao apanharmos o piso de asfalto, o Pedro Antunes optou por regressar à cidade, não fosse a prevenção profissional ser quebrada por alguma avaria inesperada e depois a distância até à cidade seria demasiado grande para ser vencida em tempo útil! Despedidas feitas, seguimos um grupo de 6 com olhos postos no segundo objectivo desta etapa de domingo - a Foz do Rio Pônsul!

Vale Pousadas com pausa para abastecimento de sólidos, Monte Fidalgo e depois de alguns quilómetros começaram a avistar-se as paisagens idílicas, verdejantes e de relevo acentuado com o rio verde (coberto com micro-algas), calmo, sereno e belo lá bem em baixo!



Ainda bem que a era dos rolos fotográficos já “era”!!! Era ver a malta a pôr as bikes de lado e a “chapar plingrafias” a torto e a direito! A paisagem defacto merecia-o! Aquela serenidade faz-nos esquecer a fadiga, faz-nos esquecer as horas… transporta-nos para outra dimensão… Muito Bom… mesmo!

Ainda na mesma linha de visão descemos e subimos por um single ladeado de esteva algo cerrada para podermos chegar “mais perto” da foz e vislumbrar na outra margem ainda pedacinhos do enchido que alguns camaradas ali saborearam à uns meses atrás! Brincadeirinha!



Na verdade estávamos os 6 extasiados… poderíamos por ali ficar a apreciar o panorama em 360 graus… mas e as horas???? Estávamos com quase 12:30 e faltariam cerca de 20-25Km’s até à cidade… alguns deles bem íngremes e suados! O regresso à cidade, cheirava-me a sofrimento… e não me enganei!

Impusemos um ritmo mais acelerado, apenas abrandado pelas pequenas, médias e grandes “paredes” que fomos encontrando! Ainda se lembram da subidinha para os Maxiais???? Até os crank’s chiavam!!! Eehehehe! Foi um bom suadouro!!!!

Com a cidade no horizonte os ânimos melhoraram e a mente de alguns já só pensava em cevada! Era vê-los em aceleração… o tremoço XXL, o copo suado e o líquido gasoso!!! Ehehehe! Chegámos em cima das 14:00, com uma quilometragem equivalente à majestosidade desta volta… Grande!!!
Não fiz companhia aos meus camaradas na Associação do Valongo mas imagino que tenham bebido uma (das pequenas) por mim! Agradeço a todos a excelente companhia durante todo o percurso! Temos um grupo óptimo, cada vez mais homogéneo e coeso! Vamos manter este espírito!!! Abraço a todos!

Fiquem Bem…
Vemo-nos nos Trilhos!

sábado, 21 de março de 2009

1.º Dia de Primavera

Hello! Flower Power to all!

Acho que é assim que vou começar os próximos posts, sempre que chegar a casa com os 5 sentidos inebriados e toldados pela majestosa Mãe-Natureza. Porque foi assim que me senti hoje!

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A "nossa" Primavera começou! No hemisfério norte, onde nos situamos, esta bela estação, catedraticamente chamada de Primavera Boreal, começa com o equinócio de Março (ontem por volta das 11:44 h) e termina com o solisticio de Junho (dia 21 pelas 05:45), pelo que hoje é que é efectivamente o primeiro dia completo de Primavera. E que bela Primavera ai vem!

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Devido ás lides laborais, passei a manhã encafuado no Hospital a lidar com a vida dos outros, em ambiente pesado e de sofrimento, pelo que quando sai, ansiava por ar puro, sol e ambiente verdejante. De antemão já sabia que tinha à minha espera o pirralho lá de casa pronto para irmos pedalar, como todos os sábados fazemos. Só que hoje o dia tinha algo diferente no ar...

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Era o cheiro da Primavera que mais intensamente que nunca se entranhava nas narinas, relembrando que um novo ciclo de vida estava a despontar depois de mais um Inverno. Com o sol já a caminhar para oeste a passos largos saimos pela nova urbanização da Carapalha, onde alguns singles temporários e bastante poeirentos fizeram as nossas primeiras delicias no pedal.

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Depois pedalando pela zona do Quinteiro em direcção ao S. Martinho, fomo-nos deleitando com o cheiro crescente a flores, o verde intenso e o chilrear de inúmeros pássaros, há medida que avançavamos pelo o famoso single das Palmeiras, que acabou por fazer as delicias do meu petiz, pois foi a primeira vez que o fez completo. Já na barragem perto da Quinta do Pinto, a água fervilhava de actividade - rãs a coaxar ou aos saltos, inúmeros insectos e aqui e ali pássaros á procura do jantar, proporcionaram-nos bons minutos em silêncio a apreciar toda aquela vida.

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Já no estradão que nos levou até á base do S. Martinho pudemos constatar a força que a primavera já traz - giestas, carapeteiros, carvalhos, e muitos outros exemplares da flora beirã, todos eles despontam, trazendo à luz do dia inúmeras flores de cores e cheiros bem caracteristicos, toldando-nos os sentidos á medida que pedalavamos, sempre acompanhados pela estridente cantoria da passarada que parecia acompanhar-nos na nossa alegria.

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Voltando em direcção da Sra de Mércules tivemos então uma surpresa. Numa zona de pequenas hortas, apreciamos primeiro os saltaricos de um coelho que languidamente passeava sem temor de nós, quando mais à frente saltou na erva aquilo que primeiro me pareceu uma ratazana, mas que ao nos aproximarmos, constatei ser um... Esquilo!

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É verdade. Mesmo á nossa frente pulava contente, provavelmente procurando alimento numa zona mista de hortas e carvalhos, desaparecendo rapidamente por entre as ramagens dos carvalhos assim que nos pressentiu. De tão estupefacto que estava só me lembrei do telele para tirar uma foto quando foi demasiado tarde...

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Apesar de tudo não me espanta, pois com a introdução de especies de cativeiro, alguns sempre escapam, tornando-se autosuficientes, pois no nosso pais existem nalgumas zonas e ao contrario do que se pode pensar não comem só avelãs, tendo mesmo uma dieta variada que passa por bolotas, sementes, insectos, frutas, ovos... ok... ok... ficamos por aqui de National Geographic! Eehehehe.

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Terminamos a voltinha com a subida da Sra de Mércules, em que pela primeira vez o meu pirralho com apenas 6 anitos conseguiu faze-la toda a pedalar até cá acima, onde chegou com os bofes de fora... mas chegou!

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Foram assim 13 km feitos ao por do sol, de um dia pleno de cores, cheiro e sons primaveris a lembrar-nos que a melhor estação para pedalar está ai! Vamos aproveitá-la ao máximo! Fiquem bem!

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FMike :-)

quinta-feira, 19 de março de 2009

Relembrando os Singles do Pinto Infante

Boas a todos! :-)
Depois de alguma ausência forçada pelos compromissos profissionais e familiares que me impediram de ir ao Docas Point no passado domingo eis que me decidi a fazer companhia ao pessoal das quartas ali prós lados da Pires Marques.

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Depois de uma manhã de terça feira em finória, nada como uma quarta para relaxar em mais uma bela manhã de BTT. Comparecidos eu (FMike), AC, Álvaro, Filipe e Bruno, depressa chegamos a um consenso sobre quais os trilhos que teriam o previlégio de nos ver passar! Nada mais nada menos do que revisitarmos os bonitos singles que o Pinto Infante nos mostrou há alguns meses atrás, lá nas faldas da Gardunha.

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E assim foi. Saimos pelos fundos da Pires Marques em direcção ao Monte Brito, contornando depois a C Lena em direcção a Alcains, sempre em ritmo vivo, pois a distância a isso obrigava, e mais ainda porque eu tinha de estar em CBranco impreterivelmente antes das 13:30 h.

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Dali à Lardosa e ao "Tá-se Bem" foi outro saltinho, onde o corpinho se refastelou com mais uma sandochas das minhas e um cafézinho, para repor os niveis, pois o que vinha a seguir prometia dureza e beleza, num misto encantador para o verdadeiro BTTista.

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Depois de passarmos a Soalheira, e já às portas do S. Fiel, lá começamos a mais importante subida do dia, aquela que leva à CAsa do Guarda, onde não chegamos, pois virmaos á esquerda para entrarmos nos primeiros singles do dia, bem bonitos por sinal, sobretudo nesta época do ano, em que as árvores a despontar e o verde e colorido dos prados, já bem pintados de flores, dá uma beleza cénica, impossivel de retratar... é por isso e por muito mais, é que é bom pedalar pelos campos.

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Depois do Louriçal e já em direcção a S Vicente da Beira, eis que encontramos a malta concorrente do Marcelo a alcatroar mais um bonito estradão que assim se perde para o BTT. Ainda enfrentamos o camião do alcatrão, obrigando-o a recuar mas de nada valeu... ora vejam lá a foto!

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Mais à frente e já nos estradões que nos levavam à Marateca, encontramos um idoso, que pachorrentamente se deslocava no seu tractor, entabulando conversa com algum à vontade com a malta. O Filipe inspirado, lá se prontificou a trocar a bina pelo tractor, mas o idoso foi mais esperto... "Ná ná que isso faz doer as pernas!"

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Assim sem desculpas para nos escapulirmos numa boleia, não tivemos outro remédio que não pedalar para chegar a casa. E foi novamente, em ritmo vivo que nos fizemos aso belos estradões que ladeiam a Marateca, onde tornamos a enveredar por uns singles, que nos reservavam uma surpresa - estavam fechados a portão! Nada que não se resolva, pois isto do BTT também tem o seu quê de invenção! Rapidamente demos com um novo single que nos levou sensivelmente ao mesmo sitio, e em meu ver ainda mais bonito que o anterior.

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Mas o tempo urgia e era preciso regressar, agora em ritmo acelerado para chegar a horas. Já depois da Pedra da Légua e ás portas da cidade, eu o Filipe regressamos em passo acelerado, deixandos para trás o AC e o Álvaro que se prontificaram a acompanhar o Bruno em ritmo mais lento devido ao algum desgaste que acusava. Não é meu hábito fazer isto mas as circunstâncias a isso obrigavam, e dai o mea culpa aqui. Obrigado pela compreeensão de ambos.
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Entramos em CBranco já bem perto das 13:15h, com cerca de 80 km andados a um ritmo vivo, mas com a beleza das paisagens bem cravadas na nossa memória. Mais um excelente dia de BTT que fica gravado.
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Fiquem bem!
FMike :-)

sábado, 14 de março de 2009

Sarzedas... Aldeia de Xisto!

Sarzedas distingue-se pelos traços de cor que lhe marcam as fachadas das casas rebocadas a caminho da Fonte da Vila. No Alto de São Jacinto, junto à Igreja Matriz, o Campanário ergue-se solitário sobre a aldeia. Está-se bem aqui, neste espaço de leitura moderna, a pensar na história deste lugar cujo povoamento se deve a D. Gil Sanches …
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Hoje fui em solitário visitar Sarzedas… Aldeia de Xisto, aqui bem próxima de Castelo Branco! Amanhã não vou poder comparecer com a minha Trek no “Docas Point”… vou estar em maré laboral ali para os lados do hospital cá da cidade! E isto de ficar parado não é cá para mim! Mesmo sem a companhia do sempre fiel FMike (em odes laborais no dia de hoje!) peguei na vestimenta de bailarina e pus os pedais a rolar!
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A ideia era bem simples… ir até às Sarzedas, praticar um pouco de Geocaching, pois surgira por ali um caixotinho à poucos dias, visitar os pontos mais emblemáticos desta Aldeia de Xisto, e claro… regressar à cidade pela hora do almoço! Sem stresses… e assim foi!

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Depois de vencidas algumas dificuldades altimétricas (uufffff!) até às Sarzedas, dirigi-me ao local onde seria preciso utilizar o GPS para a prática do Geocaching - a Fonte da Vila! Recentemente recuperado, o chafariz de aspecto invulgar que é conhecido por Fonte da Vila ganhou uma vida que já não conhecia há muito tempo. A ladeira enlameada e irregular que lhe dava acesso foi substituída por um caminho devidamente pavimentado. A sua envergadura em granito impõe-se no meio de um jogo de contrastes entre manterias e cores: o branco dos muros, o avermelhado do chão, o castanho do xisto e o verde da vegetação. Impera ali um calmo silêncio, uma sensação de afastamento da aldeia e de tudo o resto. Não é de estranhar que a Fonte da Vila fosse um refúgio romântico em tempos idos, tal é a sua pacatez segredada. Um óptimo local para uma geocache!


Em frente à Fonte da Vila está o Lavadouro, também alvo de recente recuperação e enquadramento com as restantes estruturas! O lavadouro mantém o ambiente comunitário que caracteriza a sua função tradicional.



Encontrado o tesourinho com sucesso e ainda com o relógio a permitir a descoberta de outros pontos de interesse na aldeia dirigi a bicicleta para a zona da Igreja Matriz. Dizem as informações históricas que a igreja paroquial deve, apesar do seu plano simples, tomar-se como invulgar exemplar de arquitectura religiosa na região, não só pela beleza mas também pela arquitectura ímpar da sua concepção!


Ali vizinho da igreja matriz está o campanário que já ao longe, ainda fora da povoação, se avista com a sua beleza secular! É a principal torre sineira das Sarzedas e, curiosamente, não está integrado na igreja paroquial. O campanário é de estilo semelhante ao da fachada da igreja matriz, possui três sinos e foi recentemente valorizado por obras de recuperação. Em seu redor foram criados caminhos de ligação com a igreja e com a aldeia. Gostei muito deste ponto da aldeia!


Uma das presenças mais marcantes da aldeia são os cruzeiros! Há que referir a existência de três cruzeiros localizados nos adros das capelas de S. Jacinto, de S. Pedro e da igreja matriz.


Com este “roteiro turístico” em duas rodas pela aldeia fiquei a conhecer mais em pormenor este belo recanto da nossa Beira! A informação é cedida no geocaching.com, o que denota a preocupação dos participantes deste jogo em dar a conhecer o que de melhor existe por esse mundo fora!

O regresso à cidade fez-se pelo mesmo caminho… agora em sentido oposto onde a altimetria parece ser mais agradável! Fiz ainda uma paragem onde a vista privilegiada sobre o Rio Ôcreza me abriu o apetite e ali foi saboreada a típica sandocha!


Foram 45 graciosos Km’s nesta manhã de sábado!

Fiquem Bem!
Vemo-nos nos Trilhos….