sábado, 21 de março de 2009

1.º Dia de Primavera

Hello! Flower Power to all!

Acho que é assim que vou começar os próximos posts, sempre que chegar a casa com os 5 sentidos inebriados e toldados pela majestosa Mãe-Natureza. Porque foi assim que me senti hoje!

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A "nossa" Primavera começou! No hemisfério norte, onde nos situamos, esta bela estação, catedraticamente chamada de Primavera Boreal, começa com o equinócio de Março (ontem por volta das 11:44 h) e termina com o solisticio de Junho (dia 21 pelas 05:45), pelo que hoje é que é efectivamente o primeiro dia completo de Primavera. E que bela Primavera ai vem!

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Devido ás lides laborais, passei a manhã encafuado no Hospital a lidar com a vida dos outros, em ambiente pesado e de sofrimento, pelo que quando sai, ansiava por ar puro, sol e ambiente verdejante. De antemão já sabia que tinha à minha espera o pirralho lá de casa pronto para irmos pedalar, como todos os sábados fazemos. Só que hoje o dia tinha algo diferente no ar...

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Era o cheiro da Primavera que mais intensamente que nunca se entranhava nas narinas, relembrando que um novo ciclo de vida estava a despontar depois de mais um Inverno. Com o sol já a caminhar para oeste a passos largos saimos pela nova urbanização da Carapalha, onde alguns singles temporários e bastante poeirentos fizeram as nossas primeiras delicias no pedal.

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Depois pedalando pela zona do Quinteiro em direcção ao S. Martinho, fomo-nos deleitando com o cheiro crescente a flores, o verde intenso e o chilrear de inúmeros pássaros, há medida que avançavamos pelo o famoso single das Palmeiras, que acabou por fazer as delicias do meu petiz, pois foi a primeira vez que o fez completo. Já na barragem perto da Quinta do Pinto, a água fervilhava de actividade - rãs a coaxar ou aos saltos, inúmeros insectos e aqui e ali pássaros á procura do jantar, proporcionaram-nos bons minutos em silêncio a apreciar toda aquela vida.

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Já no estradão que nos levou até á base do S. Martinho pudemos constatar a força que a primavera já traz - giestas, carapeteiros, carvalhos, e muitos outros exemplares da flora beirã, todos eles despontam, trazendo à luz do dia inúmeras flores de cores e cheiros bem caracteristicos, toldando-nos os sentidos á medida que pedalavamos, sempre acompanhados pela estridente cantoria da passarada que parecia acompanhar-nos na nossa alegria.

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Voltando em direcção da Sra de Mércules tivemos então uma surpresa. Numa zona de pequenas hortas, apreciamos primeiro os saltaricos de um coelho que languidamente passeava sem temor de nós, quando mais à frente saltou na erva aquilo que primeiro me pareceu uma ratazana, mas que ao nos aproximarmos, constatei ser um... Esquilo!

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É verdade. Mesmo á nossa frente pulava contente, provavelmente procurando alimento numa zona mista de hortas e carvalhos, desaparecendo rapidamente por entre as ramagens dos carvalhos assim que nos pressentiu. De tão estupefacto que estava só me lembrei do telele para tirar uma foto quando foi demasiado tarde...

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Apesar de tudo não me espanta, pois com a introdução de especies de cativeiro, alguns sempre escapam, tornando-se autosuficientes, pois no nosso pais existem nalgumas zonas e ao contrario do que se pode pensar não comem só avelãs, tendo mesmo uma dieta variada que passa por bolotas, sementes, insectos, frutas, ovos... ok... ok... ficamos por aqui de National Geographic! Eehehehe.

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Terminamos a voltinha com a subida da Sra de Mércules, em que pela primeira vez o meu pirralho com apenas 6 anitos conseguiu faze-la toda a pedalar até cá acima, onde chegou com os bofes de fora... mas chegou!

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Foram assim 13 km feitos ao por do sol, de um dia pleno de cores, cheiro e sons primaveris a lembrar-nos que a melhor estação para pedalar está ai! Vamos aproveitá-la ao máximo! Fiquem bem!

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FMike :-)

quinta-feira, 19 de março de 2009

Relembrando os Singles do Pinto Infante

Boas a todos! :-)
Depois de alguma ausência forçada pelos compromissos profissionais e familiares que me impediram de ir ao Docas Point no passado domingo eis que me decidi a fazer companhia ao pessoal das quartas ali prós lados da Pires Marques.

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Depois de uma manhã de terça feira em finória, nada como uma quarta para relaxar em mais uma bela manhã de BTT. Comparecidos eu (FMike), AC, Álvaro, Filipe e Bruno, depressa chegamos a um consenso sobre quais os trilhos que teriam o previlégio de nos ver passar! Nada mais nada menos do que revisitarmos os bonitos singles que o Pinto Infante nos mostrou há alguns meses atrás, lá nas faldas da Gardunha.

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E assim foi. Saimos pelos fundos da Pires Marques em direcção ao Monte Brito, contornando depois a C Lena em direcção a Alcains, sempre em ritmo vivo, pois a distância a isso obrigava, e mais ainda porque eu tinha de estar em CBranco impreterivelmente antes das 13:30 h.

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Dali à Lardosa e ao "Tá-se Bem" foi outro saltinho, onde o corpinho se refastelou com mais uma sandochas das minhas e um cafézinho, para repor os niveis, pois o que vinha a seguir prometia dureza e beleza, num misto encantador para o verdadeiro BTTista.

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Depois de passarmos a Soalheira, e já às portas do S. Fiel, lá começamos a mais importante subida do dia, aquela que leva à CAsa do Guarda, onde não chegamos, pois virmaos á esquerda para entrarmos nos primeiros singles do dia, bem bonitos por sinal, sobretudo nesta época do ano, em que as árvores a despontar e o verde e colorido dos prados, já bem pintados de flores, dá uma beleza cénica, impossivel de retratar... é por isso e por muito mais, é que é bom pedalar pelos campos.

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Depois do Louriçal e já em direcção a S Vicente da Beira, eis que encontramos a malta concorrente do Marcelo a alcatroar mais um bonito estradão que assim se perde para o BTT. Ainda enfrentamos o camião do alcatrão, obrigando-o a recuar mas de nada valeu... ora vejam lá a foto!

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Mais à frente e já nos estradões que nos levavam à Marateca, encontramos um idoso, que pachorrentamente se deslocava no seu tractor, entabulando conversa com algum à vontade com a malta. O Filipe inspirado, lá se prontificou a trocar a bina pelo tractor, mas o idoso foi mais esperto... "Ná ná que isso faz doer as pernas!"

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Assim sem desculpas para nos escapulirmos numa boleia, não tivemos outro remédio que não pedalar para chegar a casa. E foi novamente, em ritmo vivo que nos fizemos aso belos estradões que ladeiam a Marateca, onde tornamos a enveredar por uns singles, que nos reservavam uma surpresa - estavam fechados a portão! Nada que não se resolva, pois isto do BTT também tem o seu quê de invenção! Rapidamente demos com um novo single que nos levou sensivelmente ao mesmo sitio, e em meu ver ainda mais bonito que o anterior.

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Mas o tempo urgia e era preciso regressar, agora em ritmo acelerado para chegar a horas. Já depois da Pedra da Légua e ás portas da cidade, eu o Filipe regressamos em passo acelerado, deixandos para trás o AC e o Álvaro que se prontificaram a acompanhar o Bruno em ritmo mais lento devido ao algum desgaste que acusava. Não é meu hábito fazer isto mas as circunstâncias a isso obrigavam, e dai o mea culpa aqui. Obrigado pela compreeensão de ambos.
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Entramos em CBranco já bem perto das 13:15h, com cerca de 80 km andados a um ritmo vivo, mas com a beleza das paisagens bem cravadas na nossa memória. Mais um excelente dia de BTT que fica gravado.
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Fiquem bem!
FMike :-)

sábado, 14 de março de 2009

Sarzedas... Aldeia de Xisto!

Sarzedas distingue-se pelos traços de cor que lhe marcam as fachadas das casas rebocadas a caminho da Fonte da Vila. No Alto de São Jacinto, junto à Igreja Matriz, o Campanário ergue-se solitário sobre a aldeia. Está-se bem aqui, neste espaço de leitura moderna, a pensar na história deste lugar cujo povoamento se deve a D. Gil Sanches …
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Hoje fui em solitário visitar Sarzedas… Aldeia de Xisto, aqui bem próxima de Castelo Branco! Amanhã não vou poder comparecer com a minha Trek no “Docas Point”… vou estar em maré laboral ali para os lados do hospital cá da cidade! E isto de ficar parado não é cá para mim! Mesmo sem a companhia do sempre fiel FMike (em odes laborais no dia de hoje!) peguei na vestimenta de bailarina e pus os pedais a rolar!
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A ideia era bem simples… ir até às Sarzedas, praticar um pouco de Geocaching, pois surgira por ali um caixotinho à poucos dias, visitar os pontos mais emblemáticos desta Aldeia de Xisto, e claro… regressar à cidade pela hora do almoço! Sem stresses… e assim foi!

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Depois de vencidas algumas dificuldades altimétricas (uufffff!) até às Sarzedas, dirigi-me ao local onde seria preciso utilizar o GPS para a prática do Geocaching - a Fonte da Vila! Recentemente recuperado, o chafariz de aspecto invulgar que é conhecido por Fonte da Vila ganhou uma vida que já não conhecia há muito tempo. A ladeira enlameada e irregular que lhe dava acesso foi substituída por um caminho devidamente pavimentado. A sua envergadura em granito impõe-se no meio de um jogo de contrastes entre manterias e cores: o branco dos muros, o avermelhado do chão, o castanho do xisto e o verde da vegetação. Impera ali um calmo silêncio, uma sensação de afastamento da aldeia e de tudo o resto. Não é de estranhar que a Fonte da Vila fosse um refúgio romântico em tempos idos, tal é a sua pacatez segredada. Um óptimo local para uma geocache!


Em frente à Fonte da Vila está o Lavadouro, também alvo de recente recuperação e enquadramento com as restantes estruturas! O lavadouro mantém o ambiente comunitário que caracteriza a sua função tradicional.



Encontrado o tesourinho com sucesso e ainda com o relógio a permitir a descoberta de outros pontos de interesse na aldeia dirigi a bicicleta para a zona da Igreja Matriz. Dizem as informações históricas que a igreja paroquial deve, apesar do seu plano simples, tomar-se como invulgar exemplar de arquitectura religiosa na região, não só pela beleza mas também pela arquitectura ímpar da sua concepção!


Ali vizinho da igreja matriz está o campanário que já ao longe, ainda fora da povoação, se avista com a sua beleza secular! É a principal torre sineira das Sarzedas e, curiosamente, não está integrado na igreja paroquial. O campanário é de estilo semelhante ao da fachada da igreja matriz, possui três sinos e foi recentemente valorizado por obras de recuperação. Em seu redor foram criados caminhos de ligação com a igreja e com a aldeia. Gostei muito deste ponto da aldeia!


Uma das presenças mais marcantes da aldeia são os cruzeiros! Há que referir a existência de três cruzeiros localizados nos adros das capelas de S. Jacinto, de S. Pedro e da igreja matriz.


Com este “roteiro turístico” em duas rodas pela aldeia fiquei a conhecer mais em pormenor este belo recanto da nossa Beira! A informação é cedida no geocaching.com, o que denota a preocupação dos participantes deste jogo em dar a conhecer o que de melhor existe por esse mundo fora!

O regresso à cidade fez-se pelo mesmo caminho… agora em sentido oposto onde a altimetria parece ser mais agradável! Fiz ainda uma paragem onde a vista privilegiada sobre o Rio Ôcreza me abriu o apetite e ali foi saboreada a típica sandocha!


Foram 45 graciosos Km’s nesta manhã de sábado!

Fiquem Bem!
Vemo-nos nos Trilhos….

terça-feira, 10 de março de 2009

Açafa 2009

Boas todos! ;-)

Era com um misto de expectativa e curiosidade que a equipa BTTHAL aguardava a chegada do dia 8 de Março para participar na IV edição dos Trilhos da Açafa - 2009. Expectativa porque o conhecimento e experiência na região era parca e o trilho GPS e a devida altimetria prometiam aventuras, boas paisagens e dureza. A curiosidade prendia-se com as experiências partilhadas pelos companheiros do pedal em relação a edições anteriores, nas quais nunca participamos devido ás exigências profissionais e que sempre deram a entender que era um passeio de BTT de qualidade suprema.

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E se dúvidas houvesse depressa se dissiparam. A Açafa 2009 foi para mim um dos melhores passeios nos quais já participei! Da beleza e especificidade dos trilhos à organização cuidada e pormenorizada, não há nada a apontar, antes pelo contrário, somente aplaudir. Mas vamos por partes.

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A equipa BTTHAL fez-se representar por mim (FMike) e João Valente prontos para atacar os 65 km e o CLI como aderente aos 35 km. A saida da cidade fez-se um bocadito mais tarde que o esperado, devido a um pequeno pormenor técnico relacionado com as nossas exclusivas barras de suporte para as bikes e que ditou desde logo a perda da companhia da malta BTT Castelo Branco que se reunia na Chocolate. Nada de grave, que depressa se colmatou quando perante a enorme fila para levantar os dorsais no secretariado, a malta do BTT CB nos brindou com os nossos saquinhos e respectivos dorsais já levantados. A eles o nosso bem haja!
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Ora livrados desta tarefa ficavamos assim com tempo suficiente para desgustar o prometido Pequeno Almoço. E que pequeno almoço! A brincar alguém dizia que ficava já ali, que se tramassem os trilhos....eheheheheheh! Desde o bom presunto, enchido, fatiados diversos, às bôlas, bolos variados bem acompanhados pelo "café das velhas", de tudo havia e em quantidade!

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Mas o tempo passava, o nevoeiro começava a querer levantar e a organização começava a chamar a malta para a partida desta IV edição. Numa alegre e colorida algazarra lá perfilamos e demos inicio a este belo passeio, marcado desde logo pelas primeiras rampas que dariam o mote do dia - subir e subir! De VVRodão até à Serrasqueira o nevoeiro ainda nos fez companhia, mas depressa deu lugar a um sol radioso que marcou bem o dia.

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Na Serrasqueira fazia-se a separação entre o pessoal da Alta Competição e a malta da SLSS (PJFA esta é tua!), brindando a malta dos 65 km com o primeiro de muitos e brilhantes single-tracks, que sem dúvida foram a imagem de marca deste passeio.

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Na aldeia dos Rodeios esperava-nos mais um bonito single e a primeira mesa do dia quando já levamos cerca de metade do acumulado já espraiado nas pernas. Bem recheada - sumos, água, bolos e muita fruta, só pecou pela pouca quantidade de pãezinhos de leite (algo mais sólido que normalmente preferimos) e que já não chegaram para nós.

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Um bocadito mais à frente dos Rodeios, num trilho algo mais técnico um companheiro do pedal acabou por cair mesmo à nossa frente mas sem graves consequências. (Boas melhoras companheiro!) Como o João Afonso oportunamente disse o INEM estava logo ali pronto a actuar para o que desse e viesse... e ainda dizem que demoramos a chegar ás ocorrências! Eehehehehehe!

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Já depois dos Amarelos e quase á entrada dos Perais, local do segundo abastecimento, o meu desviador dianteiro decidiu negar-se à subida que antecedia a aldeia, recusando-se a baixar da talega, obrigando-me a desmontar e a seguir a "penandes". Valeu a companhia dos meus amigos que me acompanhavam como de costume - JV, João A. e Agnelo, que num altruismo bem bonito, também eles baixaram das bikes e me acompanharam a pé ante pé até ao cimo da subida. Bonito sim senhora. Obrigado da minha parte! Fico a dever uma!

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Nos Perais aguardava-nos então o segundo abastecimento, este sim, digno manjar de reis onde não faltou nada e inclusive havia um stand de apoio mecânico da Vertente que bem jeito deu a um companheiro dos PNV's que furou enquanto desgustava uma sandocha. Lá ganhou uma câmara de ar nova que lhe permitiu continuar.
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A partir dos Perais entravamos na última parte do percurso, em que um continuo de subidas e descidas, em trilhos algo exigentes, daria acesso aos últimos singles do dia e sem dúvida os mais bonitos, bordejando o Rio Tejo até à entrada de VVRodão. Só por esta parte do trajecto valeu a pena!

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A chegada a VVRodão deu-se já bem em cima das 14 horas, nada que não estivesse já previsto, uma vez que o nosso objectivo não eram tempos mas sobretudo bons momentos e muitas fotos. No meu caso mais de 100, e no caso do João Afonso, pelo que sei mais de 200 e o Agnelo nem imagino quantas! Isto sim, é um verdadeiro campeonato! Eheheheheh!
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Seguiu-se então o merecido banho, uma vez que a alta temperatura do dia tinha-nos feito transpirar, ainda mais do que propriamente os trilhos. O lauto almoço esperava-nos no Quartel dos Bombeiros de VVRodão, onde marcavam presença a boa sopa de repolho, uns enchidos e carnes grelhadas bem apetitosas, finalizadas com soberbas sobremesas e fruta. Excelente!

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Para finalizar o post de hoje deixo apenas uma apreciação sumária desta IV Edição dos Trilhos da Açafa e os meus parabéns à Organização.
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Os trilhos denotavam muito cuidado na sua escolha, previligiando o ciclável como complemento á novidade e exclusividade dos singles. Muito bons, eram perfeitamente realizáveis por todos. A qualidade do terreno era exigente - tipico nesta zona - em que a pedra solta poderia achocalhar os menos treinados e causar alguma fadiga, incrementada pelo desnível acumulado. O que seria do BTT sem um empenozinho de vez em quando?

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Em todo o percurso foi tónica dominante e muito assinalável o cuidado posto na marcação dos trilhos, onde só se perdia quem fosse mesmo cego! Já nos cruzamentos o apoio era sempre oportuno e bem realizado. Os abastecimentos foram bons, bem diversificados e em locais estratégicos. Até a população ajudava batendo as suas palmas como que acalentando quem já viesse cansado. Por último o almoço, bem farto e de boa qualidade, só passava fome quem fosse anorético, e mesmo assim punha as minhas dúvidas se resistiam aquelas sobremesas excelentes!

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No geral só tenho a acrescentar o meu muito obrigado aos amigos que me acompanharam e à soberba Organização, a quem deixo os meus mais sinceros parabéns! Para o ano repitam sff! Eu, se Deus quiser lá estarei novamente!
Fiquem bem!
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FMike :-)