sábado, 17 de janeiro de 2009

BVCBranco - Novo grupo de aficcionados de BTT?

Boas a todos!

Hoje não há anedotas! Nem vale a pena começarem já daí a protestar! Ná... ná... Hoje faço o manguito. Só sai o post e mai nada! Tá muito frio para anedotas!

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Apesar do sábado ser um dia atípico (pelo menos para mim) para pedalar, surgiu novamente o desafio por parte do Luís Afonso, um bombeiro amigo que está a começar agora a pedalar, conforme publicitei no post de domingo à tarde passado, de irmos dar uma pedalada um bocadito mais comprida, pelos belos trilhos que nos circundam.

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Como amanhã (domingo) vou fazer novamente gazeta devido aos compromissos familiares, decidi fazer-lhe companhia. Combinada a partida pelas 08:30 na rotunda Europa, cedo descobri que a malta de hoje estava atrasada, porque estiveram de serviço aos Bombeiros durante a noite e que iam chegar fora de horas, por terem ido socorrer mais uma vítima, em cima da hora de saída. Coisas da vida, perfeitamente justificáveis.

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Assim a saída verificou-se meia hora mais tarde, mas valeu bem a pena a espera. Em vez de um, apareceram 3 bombeiros, trazendo um deles o irmão, GNR de profissão. Do pé para a mão estavamos ali 5 falfarros, prontos para pedalar, apesar do cansaço que alguns denotavam, bem contornado pela alegria de ir biclar! Como eu os entendo! A propósito de bombeiros...

"Um loira tem a casa a arder e liga para os bombeiros.
- Socorro! Venham depressa! A minha casa está a arder!
- E como é que vamos aí ter?
- Olhe lá... pópó vermelho? Tinóni? Daaahhh!"

A mim (FMike), juntaram-se assim o Luís Afonso, o André, o Rui e o irmão João. Feitas as apresentações e os cumprimentos da ordem, fizemo-nos aos trilhos pelo famigerado frigorífico, tendo por destino a Lardosa. Escolhi a Lardosa, porque a altimetria era pouco exigente, o ideal para esta malta começar a entrar na rotação, ao mesmo tempo que proporciona bonitas paisagens e alguns trilhos divertidos, potenciados pela chuva e lama destes últimos dias. Um primor!

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Pela zona dos Carvalhos até à passagem do afluente da Líria que corre agora com força na zona do Lirião, fomos partilhando experiências e conselhos, que eu ainda hoje agradeço aos mais experientes que comigo partilharam. Na zona da Pedra da Légua a muita lama começou a fomentar as primeiras risadas, com a malta a dar uma rabiadas com as bikes. Passada a Santa Apolónia, viramos para as pedreiras, para entrarmos em Alcains pela zona da Escola C+S, onde no centro da vila tomamos o primeiro café, para manter aquela rapaziada bem acordada, como se tal fosse preciso, pois tinhamos passado umas raparigas loiras engraçadas! Loiras...

"Estava um carteiro a distribuir cartas num bairro pela altura da Páscoa e como ele já era conhecido na zona as pessoas costumavam dar-lhe algum dinheiro. Ele ia ele de porta em porta e recebia 5€, 10€ até que chegou a uma porta em que uma loira de 1.90m o atendeu e disse-lhe para entrar, ele lá entrou, depois ela disse-lhe para subir com ele para o quarto, e lá foram os dois e começaram a fo**r forte e feio. Quando acabaram ela disse-lhe para ele ir á cozinha com ela, e lá ela puxa da carteira e dá-lhe 1€. O carteiro não entendeu e perguntou porque tinha feito aquilo: - Foi o que o meu marido me disse para fazer! Fode o carteiro, dá-lhe 1€!"

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Saímos dali destinados à zona chamada de Folha da Lardosa onde o muito gado e as inúmeras charcas de água e lama, continuaram a atravessar-se no nosso caminho, começando a fazer os primeiros estragos em termos de cansaço no pessoal menos rodado. Mas o Tá-se Bem estava próximo! Entrando na Lardosa pela zona da Seixeira, depressa lá chegamos e pudemos degustar no meu caso uma barrita, e no caso do pessoal mais esfomeado, uns bolicaos e umas batatas fritas, porque a fome apertava!

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Depois de alguns momentos de confraternização, inclusive com alguns habitantes da Lardosa meus conhecidos (hoje era o dia da Festa dos Coscoreis!), saimos pelos fundos do campo de futebol, zona da Fonte Dourada, passando depois pela já famosa casinha das Caganitas de Ovelha (ai se as apanha-se agora.....hummm!), entrando novamente em Alcains pela porta do Centro de Saúde. Aí fizemos uma paragem, porque o pessoal menos rodado começava a denotar o esforço de pedalar, causando mesmo algumas intensas caimbras ao amigo Rui.

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Passamos então pelo single que nos leva às piscinas, fazendo nova paragem para reabastecimento de água na fonte da Sta Apolónia, uma vez que este pessoal pouco calejado veio para o BTT puro e duro com um simples cantil e a sede começou a apertar... Daí até Castelo Branco foi um instantinho, apenas entrecortado pelo aumento das caimbras do Rui o que lhe valeu uma "empurrosa" minha nas subidas desde o Poço dos Carvalhos para conseguir chegar com a malta toda junta à cidade.


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Despedimo-nos na rotunda da Pires Marques cerca das 12:30 h, com 50 km rolantes, com uma altimetria a rondar os 350 metros e bons momentos de confraternização, terminando, com o desejo de todos, de voltarmos as estas lides nos próximos fins de semana, inclusive com mais alguns elementos dos BVCBranco que querem começar a alinhar. Qualquer dia temos aí um novo grupo de BTT a rolar pelos trilhos. Por mim são benvindos e faço gosto de tornar a pedalar com eles.

Fiquem bem e até uma próxima!

FMike




PS: Para quem não sabe o que é uma Balaclava aqui vai uma dica... É aquela coisa estranha que protege do frio mas que o Fidalgo e o Marcelo usam na cabeça para assustar as velhotas à saída da missa! Ehehehehehehe... Aqui ficam algumas maneiras de ser usada. Não vale assaltar cafés!

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Placonagem

Boas a todos!

Poderá, perante tal peculiar tema, vir logo às vossas mentes aquela famosa anedota:

"Ó querido, no meu aniversário, a minha mãe deu-me uma placa em ouro, o meu pai uma plaquinha também dourada com o meu nome gravado! E tu queridinho, não me dás nada!?

Resposta do burgesso: Ó filha, eu dou-te o melhor! Não te dou nem uma placa nem uma plaquinha, mas dou-te uma placona!"

Pronto... Podem rir-se da anedota!... Já vejo aí um sorriso! Eheheheheh...

Ok. Agora que já estão bem-dispostos, vamos ao post de hoje. Tal título poderia induzir na realidade para esta anedota, mas não. Hoje não conto mais anedotas. Igualmente tal palavra - placonagem é inexistente no vocabulário portuga. Mas podemos inventar!

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O dia de segunda feira, foi inteiramente dedicado às placas, propriamente ditas. Teoricamente passamos um dia a fazer placonagens! E também não tem nada a ver com placas dentárias, vulgo dentaduras. A propósito de dentaduras...

"Uns velhotes foram a um bordel onde foram enganados com duas bonecas insufláveis. De regresso a casa um dos velhos diz: -"Acho que a fulana que estava na minha cama, estava morta."
Diz o outro velhote:
-"Morta?! Porque dizes isso?"
Diz o velhote:
-"Bem, ela não se moveu toda a noite, nem emitiu nenhum som enquanto eu fazia amor com ela."
Diz o outro velhote: -"Podia-te ter calhado pior. Eu acho que a minha era uma bruxa."
Diz o velhote:
-"Uma bruxa?! Porque razão dizes isso?"
Diz o outro velhote:
-"Eu estava a fazer amor com ela, beijei-a no pescoço, e dei-lhe uma dentadinha no bico da mama. Ela peidou-se e voou pela janela fora e ainda por cima levou a minha dentadura."

Eheheheheheh... Isto das placas tem lá que se lhe diga... E eu que prometi que não contava mais nenhuma. Vamos lá ao post outra vez.

Ok Iamos na placonagem que fizemos o dia todo, ou seja passamos o dia de volta das placas! Um tipo chamado Geopate, que só pode ser meio amalucado (no bom sentido), decidiu colocar uma Geocache nos Aerogeradores de S. Vicente da Beira, lá bem em cima a quase 1000 metros de altura. Outros amalucados decidiram ir até lá cachá-la, em cima das bikes. Claro está que falamos de nós - JValente e eu (FMike). Bem nos chamaram malucos, mas respondi - " O que seria da vida sem uma saudável dose de loucura?!..."

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Estudado o percurso nas novas tecnologias (Ah... bendito Google Earth!) chegamos depressa à conclusão que não seria uma tarefa fácil, mas também não seria nenhuma façanha abismal... Ao todo tinhamos 75 km a percorrer e um desnível acumulado superior aos 1200 metros... nada que não se faça.

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Pior seria a cache. Classificada como enigmática, isto é para acharmos o "tesouro final" tinhamos que resolver um ou mais enigmas, implicaria puxarmos pela cabeça, talvez fazer contas e a 1000 metros de altura, com o mais que provável frio, não seria uma tarefa assim tão fácil. E não foi.

Depois da pequenada entregue nas respectivas escolinhas, juntei-me ao JV na rotunda do Modelo pelas 9:15 horas, sempre pensando que a essa hora o frio já tivesse dado de frosques. Nada mais errado. Estava cá um frio, que à chegada a Alcains eu já não sentia nem orelhas, nem dedos, nem nariz nem nada. Bem invejei a balaclava do Fidalgo. E logo ali estava uma placa. Toca de placonar!...

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A seguir esperava-nos a Póvoa onde aquela "madrugadora" hora ainda nada bulia, nem o café! Xiça. Tivemos então que aquecer bem pela subida acima até às Tinalhas, onde aí sim pudemos matar o vício da cafeína. Falando em café...

"Há um tipo que entra num café com uma grande vontade para fazer chichi. Desaperta a portinhola, põe a picha de fora, e dirige-se distraidamente para a casa de banho das senhoras. Diz-lhe então o empregado: - Psst, ...ó amigo, isso que está aí é para as senhoras!
Responde ele - Não! Havia de ser para ti!... "


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Ok. Lá fizemos mais uma placonagem em Tinalhas e ala que o destino era a Sra da Orada, onde iamos apanhar o estradão que nos levaria dos cerca de 500 m até quase aos 1000 m em menos de 3 km... ganda parede!

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Chegados a S. Vicente começamos então a ver a dimensão do nosso "problema". Era uma bela escalada até lá acima aos Aerogeradores. Depois de nos vitaminarmos com umas sandochas à maneira lá começamos então a subida, com passo certo e firme, ficando contudo cada vez mais esbugalhados com a paisagem alcançada. Soberba vista!

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A cachada em si começava com a descoberta de uma Micro, que ainda ninguem tinha encontrado e que nós, graças ao nosso esforço vimos coroado de exito. Ali estava ela, bem disfarçada num aerogerador.

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Aquela mandava-nos então para o marco geodésico mais a norte, onde encontramos o verdadeiro enigma. Voltas e mais voltas, contas e mais contas, e não havia meio de sair nada de lá, somente suposições ou meias verdades.

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Mas andar por ali a subir e descer só com suposições era um bocado agreste. A altitude exigia, o frio grassava, o vento também dava o ar da sua graça e a neve ainda marcava presença nos nossos pés. Decidimos então pedir uma dica a um amigo e com essa dica lá conseguimos decifrar com segurança as coordenadas finais, onde já perto das 13 horas descobrimos o almejado caixotinho.

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Faltava agora irmos para baixo. Aquela maldita subida estava agora transformada numa adrenalínica descida. E que descida! Qual Picoto, qual carapuça... ali bem ficamos com os cabelos bem em pé, quer com as velocidades, quer com as curvitas, quer com os valores atingidos. Cá embaixo, entre o cheiro intenso a ferodo das pastilhas, o GPS marcava uma velocidade máxima a rondar as 7 dezenas! Que espectáculo!

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Dali ao restaurante da Mila, no Casal da Fraga, foi um instantinho e aí pudemos desgustar um apetecivel lombinho assado, regado com um tintol que soube a ginjas, ou não estivessemos nós já com as reservas de "carburante" embaixo.

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Como o dia ia avançando, lá voltamos rapidamente em velocidade de cruzeiro à nossa cidade, onde chegamos perto das 16 horas, felizes e contentes por termos resolvido mais uma cache e por termos passado bons momentos em cima das nossas bikes. Ficam as fotos!

A propósito de fotos, aqui ficam as previsões meteorológicas para os próximos dias... Eu cá não vou pedalar!

Fiquem bem e até à próxima!

FMike :-)

domingo, 11 de janeiro de 2009

Fim de Semana a... Pedal! - Domingo

Domingo - Manhã: Quebrar o Gelo!

Os Domingos são dias de BTT a não perder! Que o digam os participantes em mais esta jornada de bicicleta todo o terrno de hoje! Agnelo Quelhas, Abílio Fidalgo, Nuno Dias, Filipe Salvado, Zé Carlos (ops!!!.... Jorge Palma!!!), Luís (Central Bikes), Rui Lourenço e eu (João Valente) foram os protagonistas de hoje! 8 personagens com ânimo em colorir mais uma página com BTT cheio de cor e emoção!

A malta já estava mais ou menos orientada em relação ao que se esperava pela manhã fora, pois o Agnelo, cuidadosamente enviara uns dias antes a informação relativa ao track a tentar cumpir no Domingo! Os 65 Km's anunciados e um altimetria algo pesada não assustaram os habitués... pena que não compareçam mais pessoas que até estamos habituados a ver pelos trilhos... pois estas manhã têm sido realmente compensadoras!

Demos ínicio à manhã já com 15 minutos passados das 8horas... revivendo um pouco aquilo que que foi o Trek 3horas Day&Night realizado no ano passado pelo final do Verão! Deságuamos junto ao Modelo para depois apanhar a passagem da Cova do Gato que nos levou a passar por baixo do IP2 enveredando em seguinda por trilhos direccionados à Ribeira da Líria, com posterior descida para o Rio Ocreza.

Quem muito desce.... sempre tem de subir... e aí encetámos a subida por trilhos já conhecidos até ao Palvarinho! Surpresa das surpresas... encontrámos aqui o alegre grupo dos Pápa-Léguas, com alguns elementos da Lardosa... saudações cordiais de parte a parte e como levávamos destinos opostos, cada grupo seguiu o seu itinerário! O nosso destino era para bem perto... o cafézinho no "Fontanário" logo ali à frente para a cafeína quentinha!


É bom verfificar que a malta está realmente animada e unida em prol de fazer umas aventuras à maneira em cima das duas rodas! Este foi o tema da conversa durante o cafézinho... e muitas sugestões saltaram para cima da mesa... todas elas com uma vertente bem lúdica, algumas a incluir as respectivas famílias e todas com a aventura garantida! Não percam as novidades... pois algumas serão já para breve! Eheheheh!




Do "Fontanário" do Palvarinho descemos para a bonita paisagem da Praia do Muro... onde é quase impossível passar sem captar umas quantas fotografias na digital! De facto... muito bonito! A subida que se seguiu deixou a malta com a língua de fora... mas como já tratamos as subidas por "tu"... foi só mais uma! Da Serrasqueira, virámos o guiador para a Malhada do Cervo onde fizemos uma pequena pausa nos aposentos regionais e tradicionais do Luís (Central Bikes). Tem por lá um pedacinho de terra para mexer e uma casinha bem típica da nossa beira, que está a ser recuperada com muito bom gosto! Pena o homem não ter levado as chaves... senão era garantido o brinde! Assim ficámo-nos pela foto de grupo! Zé Carlos... não regues mais que já sou crescidinho que baste!!!!


Da Malhada do Cervo seguimos por trilhos até ao Cabeço do Infante, a contagem de primeira categoria do dia! Agora todos entendemos (nas pernas!!!) o significado do termo "Cabeço"!!! São quanto muito 300 ou 350 metros de subida... mas que fi*** da pu** de subida!!! Não desmontei (só por teimosia) mas a vontade era toda essa! Segurar a roda da frente no solo era tarefa árdua!!! Valeu-nos o "Café do Silva" ali nas proximidades para recompor o corpinho e os pulmões com uma coca-cola e uma sandocha!!

Atendendo à gestão do tempo (cronológico) optámos por encurtar um pouco a volta (relativamente ao previsto) em cerca de 5-7 Km's, seguindo para os Calvos, com descida à Foz da Líria! O Vale do Ocreza é sempre um palco extraordinário em termos de beleza! Para mim... é no Inverno, com as águas correntes que ele ganha o seu máximo explendor! É claro que a paragem é obrigatória para dar trabalho às máquinas.... fotográficas!




De lá de baixo até às imediações da Benquerenças a subida é constante e o silêncio entre a malta é rei! Ninguém tem fôlego para dedos de conversa! É engraçado! Eheheheh! As Azinheiras ainda foram visitadas pela passagem do grupo, seguindo depois pela antiga EN18 de alcatrão (desgastado) até à cidade, onde entrámos já em cima das 13horas... com cerca de 6 dezenas de Km's nas pernas!


A vontade de "medicamento" era muita e atendendo à insistência dos altletas do Grupo de Alta Competição de Castelo Branco presentes na volta de hoje (Nuno Dias e Fidalgo) ainda fomos bebericar umas sagrespans à Associação do Valongo! Falando em atletas de Alta Competição... Marcelo onde anda tu companheiro... temos sentido a tua falta! Em tua honra, o grupo tirou estas fotos! (até incluimos as cervejas como tinhas pedido!) Ehehehehehe!!!!


Mas... mas... e Quebrar o Gelo???? O que é isto? Afinal somos todos conhecidos, não foi preciso "quebrar o gelo" para a diversão ser garantida.... Nada disso! Quebrar o Gelo foi o que este grupo de 8 pedalantes fez durante toda a manhã... Quebrar o Gelo... literalmente! Os alertas amarelos da Protecção Civil eram defacto reais... as temperaturas eram realmente baixas... tudo esteve gelado durante toda a manhã... a terra por onde circulámos estava gélida... parecia bolachas crocantes a partirem-se debaixo dos rodados! Nem mesmo as abertas soalheiras o fizeram derreter! Foi Quebrar o Gelo toda manhã!!! Eheheh!


Fiquem Bem
Vemo-nos nos Trilhos


Domingo - Tarde: Começar a Pedalar!

Boas a todos!

Como já puderam ver na parte inicial deste post, eu hoje não pude estar presente nas manhãs das Docas, por motivos familiares. Mas tal não indiciou que não quisesse pedalar. Muito pelo contrário. A vontade era muita e fiquei bem roidinho por não poder ir... Terá que ficar para a próxima!

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A tarde também prometia pedal. Como os meus pirralhos iam a uma festa de anos, ficava assim com a tarde livre para ir pedalar. Um amigalhaço meu, Luis Afonso, bombeiro de profissão adquiriu recentemente uma Trek 6000 e estava desejoso de dar umas voltas aqui com a malta. Como está à algum tempo sem praticar desporto aconselhei-o a começar devagar, sem muitas pressas de igualar os "campeões" que por ai andam e assim decidi desafiá-lo a fazer uma voltinha moderada comigo, só mesmo para ver como são estas coisas do pedal.

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Se melhor o pensamos, mais depressa o fizemos. Ás 14:30 estavamos já em cima das nossas bikes a caminho do single das Palmeiras, com destino à base do S. Martinho, que acabamos por não subir, voltando antes os nossos azimutes à zona do Forninho do Bispo, entrando depois na Sra de Mércules, onde aproveitamos para beber um cafézito no restaurante do amigo Abílilo.
Saimos depois pela zona da Rebouça, em direcção à Pedra da Garalheira, com intenções de irmos até ao S. Luís, o que acabamos por não fazer, com receio ás horas e ao algum cansaço que o meu compincha começava a acusar. Isto de pedalar é mais exigente do que aquilo que pensamos!

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Decidi então retornar á cidade pela zona do Monte Brito, onde os carvalhos despidos da sua folhagem, puseram a descoberto os muitos ninhos de cegonha que pupulam por aquela bonita zona.

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Em alegre conversa, lá fomos vencendo os quilómetros, chegando então às ruínas dos Casais da Tapada do Poço, onde já andava com vontade de parar há algum tempo, para tirar umas fotos da casa abandonada. Aproveitamos ainda para comer uma barrita e fazer a costumeira foto de grupo.

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Como ainda faltavam cerca de 30 minutos para o por do sol, passamos então pela zona da Tapada do Pina, onde hoje alberga o Aéródromo de Castelo Branco, onde encontramos algumas caras amigas e trocamos cerca de 20 minutos de conversa, aproveitando para espreitar aquelas bonitas máquinas voadoras e os seus orgulhosos "malucos" donos.

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Como o frio começava a acentuar-se e o sol a desaparacer, lá seguimos então rumo até casa, onde chegamos perto das 17 horas, com cerca de 28 km andados a um ritmo lento, mas ideal para que um bom amigo possa acompanhar e começar a desfrutar deste belo desporto, sem correr o risco de ficar logo "traumatizado" no primeiro dia. Pela minha parte - Afonso sê benvindo ao mundo das bikes e do BTT! Aparece mais vezes!

Vamos ás próximas, que isto é como as "fo**s". Só se perdem as que não se dão! Ehehehehehhe

Fiquem bem. Até à próxima aventura!

FMike :-)